terça-feira, 18 de novembro de 2008

THE MEDITATIONS - Message From The Meditations


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Faixas:
01 - Running From Jamaica
02 - There Must Be A First Time
03 - Tricked
04 - Do Mama Do
05 - Rome
06 - Woman Is Like A Shadow
07 - Babylon Trap Them
08 - Woman Piabba
09 - Changing Times
10 - Rastaman
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ZAP POW - Now



Inicialmente a banda Zap Pow era formada pelos músicos: Dwight Pinkney, da famosa Roots Radics Band; Max Edwards; David Madden; Mike Williams; Joe McCormack; e, Glen Da Costa. Beres Hammond, ainda adolescente, entrou em 1975.
Entre 1973 e 1978 lançaram quatro álbuns: Revolutionary, Revolution, Now, e Zap Pow. Muitas das canções trazem mensagens sociais, como “Cry Inflation”, “System Dread”, “It’s a Trap” e “Them Lie”.

Faixas:

01 - Cry Inflation
02 - System
03 - Jungle Beat
04 - Sweet Loving Love
05 - Them Lie
06 - Trap
07 - Rock Your Bones
08 - Overdoing
09 - Sugga Pop
10 - Sweet Reggae Music
11 - Cry Inflation Dub
12 - System Dread (2nd Version)
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Engineer: Ralph Copeman & Sylvan Morris & Ronald Logan
Arranger: Zap Pow
Producer: Tommy Cowan
Vocals: Mike Williams & Beres Hammond
Drums: Max Edwards
Bass: Mike Williams
Guitar: Dwight Pickney
Trumpet: David Madden
Flute: Glen Da Costa
Tenor Saxophone: Glen Da Costa
Trombone: Joe McCormak
Studios: Dynamic Sounds (Kingston, JA) & Harry J (Kingston, JA)
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THE AGGROVATTORS - Rockers Almighty Dub


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Faixas:
01 - Rocker's Almighty Dub
02 - Dunza Dub
03 - Storm & Lightning
04 - Something Nice Bout Da Dub
05 - I & I Land
06 - Ten Pieces In One
07 - Freedom Joy Dub
08 - Upful & Positive Dub
09 - Hold This Dub
10 - 21 Gun Salute To Brother Marcus
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segunda-feira, 17 de novembro de 2008

VA - TRIBUTO BOB MARLEY


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Faixas:
01 –ISHAN PEOPLE – Talkin’ Blues
02 – KEN LAZARUS – Duppy Conqueror
03 – RONNIE DAVIS – Rastaman Chant
04 – JACKIE EDWARDS – Stir It Up
05 – BYRON LEE & THE DRAGONAIRES – No Woman No Cry
06 – CORNELL CAMPBELL – Screwface
07 – BERES HAMMOND & ZAP POW – Small Axe
08 – JOHNNY CLARKE – Mr. Chatterbox
09 – KYMANI MARLEY – Who The Cap Fit
10 – RUDDY THOMAS – Iron Lion Zion
11 – MAX ROMEO – Don’t Rock My Boat
12 – MICHAEL SPENCE – Is This Love
13 – JOHN HOLT –Keep On Moving
14 – OWEN GRAY – Guava Jelly
15 – AL CAMPBELL – Hypocrites
16 – BIG YOUTH – Get Up Stand Up
17 – INNER CIRCLE – Burial
18 – BUNNY WAILER – Ambush
19 – BLACK SOUNDS UHRO (BLACK UHURU) – Natural Mystic
20 – GLADIATORS – Soul Rebel
21 – PLUTO SHERVINGTON – Natty Dread
22 – DENNIS BROWN – Concrete Jungle
23 – JACHIE MITTOO – Put It On
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domingo, 16 de novembro de 2008

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THE MEDITATIONS - Reggae Crazy (Anthology 1971-1979)
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Ansel Cridland, nascido em 1951, mudou-se para Kingston quando criança. Trabalhou em empregos ocasionais antes de se decidir a fazer sua carreira como cantor, e formou o grupo vocal The Linkers durante a era do rocksteady. Gravaram quase uma dúzia de singles, embora nenhuma delas tenha se tornado um hit entre o público.
Danny Clarke nasceu em Kingston. Havia cantado brevemente com The Flames, banda de apoio de Alton Ellis. Foi Sweet P., do The Flames, que apresentou Clarke a Cridland, e os dois tornaram-se amigos rapidamente.
Pelo início dos anos 70, os dois estavam gravando como artistas solo. Em 1974 os dois decidiram fazer um teste juntos no Studio One. Lá, Junior Delgado fazia as audições. Ele ficou surpreendido pela música do par “Woman Is Like A Shadow”, assim como ficou o jovem e promissor, Winston Watson, que ofereceu seus falsetes harmônicos para a banda. O embrião do Meditations estava agora completo, mas ainda não havia nascido.
Os três continuaram escrevendo canções e praticando juntos. Nos fins de 1975, Clarke e Watson foram até a Federal Studios onde Dobby Dobson fazia audições. Clarke tocou "Babylon Trap Them" e Watson "Woman Piabba"; Dobson gravou ambas. Embora Cridland fornecesse os backing vocais em ambas as músicas, as canções foram lançadas como singles solos. Em 1976, o trio gravou a música de Cridland "Tricked," creditado a Ansel & The Meditations. Esse single trouxe os cantores a televisão e ajudou eles em sua primeira viagem pelo Caribe, em uma excursão que incluiu Culture, The Tamlins, Carl Dawkins e Leroy Smart. No fim do ano, o grupo tinha-se transformado oficialmente em The Meditations.
Durante este tempo, continuaram firmemente gravando com Dobson, e lançaram “Message From The Meditations”, um álbum debut de tirar o fôlego.
Entretanto, por essa época, o trio era extremamente infeliz com a remuneração que recebiam de Dobson e estreitaram seus laços com o produtor. Lee "Scratch" Perry foi ansiado a pegar as rédeas. The Meditations gravaram diversas de trilhas do “Message From Meditations” em seu estúdio Black Ark, deixando o produtor altamente impressionado. Foi Perry que apresentou The Meditations a Bob Marley neste mesmo ano, numa reunião fortuita que resultou no trio como banda de apoio do Wailers em "Rastaman Redemption," "Blackman Redemption," e de "Punky Reggae Party". Os Meditations forneceram harmonias para inumeráveis outros artistas durante o fim dos anos 70, como a Jimmy Cliff e Gregory Isaacs.
Os Meditations executaram duas canções no lendário Peace Concert a pedido de Marley.
No fim do ano de 1984, os Meditations não eram mais os mesmos. Ou ao menos não o Meditations original. Cridland continuou sozinho com o nome de Ansel Meditations, enquanto Clarke e Watson continuaram como uma dupla ainda sob o nome de Meditations. As diferenças do trio foram mais geográficas do que pessoais ou musicais, com Cridland querendo permanecer na Jamaica, enquanto seus colegas preferiam as pastagens verdes dos Estados Unidos. E assim, em 1990, o trio reformou-se, e dois anos mais tarde anunciaram o fato com o álbum “Return of the Meditations”. As compilações de seus materiais mais antigos continuam sendo publicado desde então, e o grupo é visto hoje como veteranos respeitados da cena do reggae roots. (Fonte: Surforeggae)
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ROCKERS - The Original Soundtrack From The Film



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Trilha sonora do filme Rockers - "It’s Dangerous" que completou 32 anos de idade mantendo o status de "A obra prima Cinematográfica do Reggae".
Com diversos artistas de fama mundial participando do filme, o mesmo ganhou visibilidade rapidamente na Jamaica e em diversos lugares do mundo, onde foi e continua sendo aclamado por público e crítica.
Participaram do filme ninguém menos que Burning Spear, Jacob Miller, Gregory Isaacs, Leroy "Horsemouth" Wallace, Richard "Dirty Harry" Hall, Kiddus I, Leroy Smart, Ian e Roger Lewis (Inner Circle), a dupla Sly Dunbar & Robbie Shakespeare, Big Youth, Errol Thompson, Dillinger, Jack Ruby, dentre outros não menos importantes que fizeram do Rockers o maior filme sobre o Reggae já feito.
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Faixas:
01 - The Inner Circle - We A Rockers
02 - The Maytones - Money Worries
03 - Junior Murvin - Police And Thieves
04 - The Heptones - Book Of Rules
05 - Peter Tosh - Stepping Razor
06 - The Inner Circle - Tenement Yard
07 - Junior Byles - Fade Away
08 - Bunny Wailer - Rockers
09 - Gregory Isaacs - Slave Master
10 - The Upsetters - Dread Lion
11 - Kiddus I - Graduation In Zion
12 - Burning Spear - Jah No Dead
13 - Third World - Satta Massagana
14 - Justin Hinds - Natty Take Over
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sábado, 15 de novembro de 2008

ESPECIAIS DOMCARLOSPEAR 5


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Faixas:
01 – THE REGGAE BUBBLERS – Life And Ilusion
02 – MARTEL ROBINSON – Dance The Reggae
03 – CORNELL CAMPBELL – Natty Don’t Go
04 – FREDDIE MCKAY – (I’m) A Free Man
05 – GLADIATORS – Rearrange
06 – ISHAN PEOPLE – Inflation
07 – BRENT DOWE – Goodbye Baby (I Don’t Want To See Cry)
08 – CLINTON GRANT – Keep On Grooving Me Girl
09 – THE REGGAE BUBBLERS – Oh Girl
10 – GREGORY ISAACS – Rasta Business
11 – JOHNNY CLARKE – Bring It On Home To Me
12 – JUNIOR ROSS & THE SPEAR – Send Me Over There
13 – LEO GRAHAM – Perilous Time
14 – JUDAH ESKENDER TAFARI – Jah Light
15 – NEVILLE MARTIN – The Message
16 – PAT KELLY – How Long
17 – ROCKY DELVAR – Give It To Me
18 – THE CONGOS – Fat Cook
19 – THE ITALS – Brutal
20 – WINSTON JARRETT – Cry To Me
21 – LINVAL THOMPSON – No More Problems
22 – DENNIS BROWN – To Be My Lover
23 – ERROL DUNKLEY – Repatriaton

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terça-feira, 4 de novembro de 2008


BURNING SPEAR - Spear Burning




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segunda-feira, 3 de novembro de 2008

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PETER BROGGS - Rastafari Liveth


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domingo, 2 de novembro de 2008

JIDDU KRISHNAMURTI


É evidentemente necessário saber ler e escrever, aprender engenharia ou outra profissão qualquer, mas, a técnica nos dará a capacidade de compreender a vida? Ora, sem dúvida, a técnica é coisa secundária; e, se a técnica é a única coisa pela qual estamos lutando, nesse caso estamos negando o aspecto mais importante da vida. A vida é dor, alegria, beleza, suavidade, amor, e, quando a compreendemos globalmente, em toda a sua variedade, essa compreensão cria sua própria técnica. Mas o universo não é exato, a técnica nunca produzirá a compreensão criadora. A educação moderna resultou em completo malogro, por ter exagerado a importância da técnica. Encarecendo-a em demasia, destruímos o homem. Desenvolvendo capacidades e eficiência, sem compreensão da vida, sem uma percepção total dos movimentos da mente e do desejo, nos tornaremos cada vez mais cruéis, o que significa fomentar guerras e por em perigo nossa segurança física. O exclusivo cultivo da técnica tem produzido cientistas, matemáticos, construtores de pontes e conquistadores do espaço. Compreenderão esses homens o processo total da vida? Pode um especialista experimentar a vida como um todo? Só se deixar de ser especialista. (Do livro: A Educação e o Significado da Vida – J. Krishnamurti)
BURNING SPEAR - Social Living (1978)



Burning Spear era um trio formado por Winston Rodney (cantor principal), o cantor (baixo) Rupert Willington e o tenor Delroy Hines.
Tiraram o nome de Jomo Kenyatta, o Burning Spear do Quênia, que significa flecha fumegante.
Inicialmente, em 1969, Winston Rodney e Rupert Willington, começaram a gravar em duo para Sir Coxone. Mais tarde juntou-se-lhes o tenor Delroy Hines. Em 1971 deixam Coxone depois de uma dúzia dos seus cantos tribais terem sido editados sem obterem grande sucesso. Depois, Spear gravou Marcus Garvey para o sound system dirigido por um empresário de Ocho Rios chamado Jack Ruby. De início, Ruby só utilizava a banda para si próprio, mas a sua popularidade quase que o obrigou a editar a canção em single. Pouco depois Sir Coxone editava também três dos seus discos de Spear (Ethiopia Live It Out, Swell Head e Foggy Road) e a Jamaica era apanhada pela Spearmania.
Depois disso foram editados mais singles, além de dois álbuns, e Winston Rodney foi reconhecido como sendo um dirigente espiritual ao nível de Bob Marley, além de um músico poderoso capaz de hipnotizar uma multidão com a sua voz cortante e música impediosa.
A sua gravação do tema Marcus Garvey conseguiu cativar os jamaicanos em 1974 com as suas acusações diretas, instrumentos de sopro marciais e canto étnico desavergonhado. A música fez as pessoas lembrarem-se da origem jamaicana do seu herói e profeta nacional e, mais uma vez, chamou a atenção para o sofrimento e pobreza dos bairros de lata.
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"As palavras de Marcus Garvey seguem o seu caminho / As palavras de Marcus Garvey seguem o seu caminho / Não tenho nada para comer / Não tenho dinheiro para gastar."
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A canção foi um grito na noite do gueto e o povo jamaicano entendeu o seu poder. Outro dos seus singles, Slavery Days, era também tão hipnótico como mordaz, um emocionante lamento sobre a escravidão.
A maior influência de Burning Spear foram os cânticos africanos.
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1. Marcus Children Suffer
2. Social Living
3. Nayah Keith
4. Institution
5. Marcus Senior
6. Civilize Reggae
7. Mister Garvey
8. Come
9. Marcus Say Jah No Dead
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sábado, 1 de novembro de 2008

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LINVAL (LINDVAL) THOMPSON - Cool Down



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Linval Thompson tem a reputação de ser um dos melhores cantores de reggae roots. Um prolífico produtor cujos créditos incluem Dennis Brown, o Wailing Souls, Eek-A-Mouse, Freddie McGregor, e os Viceroys, entre outros.
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Faixas:
01. Big Big Girl
02. Black Princess Lady
03. Blood Gonna Run
04. Cool Down Your Temper
05. Don’t Cut Off Your Dreadlocks
06. Don’t Trouble Trouble
07. Don’t Trouble Dub
08. Dreadlocks Dub
09. Jah Jah The Conqueror
10. Long Long Dreadlocks
11. Money Money
12. No Escape
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AUGUSTUS PABLO - King Tubbys Rockers Uptown (Deluxe Edition)
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Para muitos o maior álbum de Dub/Instrumental de todos os tempos.
A associação entre o mago da escaleta "Augustus Pablo" e o rei e criador do Dub "King Tubby" rendeu inúmeros frutos. O álbum "King Tubby Meets the Rockers Uptown" foi o primeiro de todos, e o mais aclamado.
Augustus Pablo montou um elenco brilhante, com os melhores músicos da época, nomes de peso como Carlton Barrett na bateria, Robbie Shakespeare e Aston "Family Man" no baixo, e "Chinna" Smith na guitarra, este álbum é para muitos o melhor de todos os álbuns de ambos artistas. E olha que suas discografias são pra lá de vastas.
Contendo versões Dub inspiradíssimas de diversos clássicos produzidos por Pablo, como "Each one Teach One" de Jacob Miller, "Stop them Jah" de Hugh Mundell, e a versão de Pablo do clássico dos Abyssinians "Satta Masagana", esse álbum será eternamente lembrado como uma obra de arte do reggae.
Mixado pelo próprio King Tubby e seu aprendiz Errol "E.T." Thompson, produzido por Pablo, e gravado no Randy's Studio, na Jamaica, entre os anos de 72 e 75, esse álbum será sempre um enorme clássico do reggae mundial.
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Faixas:
01. Keep On Dubbing
02. Stop Them Jah
03. Young Generation Dub
04. Each One Dub
05. 555 Dub St.
06. Brace's Tower Dub
07. King Tubby Meets Rockers Uptown
08. Brace's Tower Dub No. 2
09. Corner Crew Dub
10. Skanking Dub
11. Frozen Dub
12. Satta Dub
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Bonus Tracks:
13. Black Gunn
14. I Ruthland Close
15. 1-2-3 Version
16. Silent Satta
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Producer: Augustus Pablo
Mixing Engineer: King Tubby & Errol Thompson
Drums: Carlton Barrett
Bass: Robbie Shakespeare & Aston Barrett
Guitar: Chinna
Organ: Augustus Pablo
Piano: Augustus Pablo
Tenor Saxophone: Dirty Harry
Trumpet: Bobby Ellis
Trombone: Vin Gordon
Clavinet: Augustus Pablo
Mixing studio: King Tubby's (Kingston, JA)
Recording studio: Randy's (Kingston, JA
Record date: 1972-75
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Link para download:
BABYLOM SYSTEM
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We refuse to be Nós nos recusamos a sermos
What you wanted us to be O que vocês querem que sejamos
We are what we are Nós somos quem somos
That's the way (way) it's going to be! E é assim que vai ser!
You don't know! Você não sabe!
You can't educate Vocês não podem me adestrar
For no equal opportunity Para oportunidades desiguais
(Talkin' 'bout my freedom) (Falando da minha liberdade)
Talkin' 'bout my freedom, Falando da minha liberdade,
People freedom (freedom) and liberty! Pessoas livres (livres) e liberdade!
Yeah, we've been trodding on the winepress much too long É, nós temos marchado para essa prensa de vinho há muito tempo
Rebel, rebel! Rebelem-se, rebelem-se!
Yes, we've been trodding on the winepress much too long Sim, nós temos marchado para essa prensa de vinho há muito tempo
Rebel, rebel! Rebelem-se, Rebelem-se!
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Babylon system is the vampire, yea! (vampire) O sistema da Babilônia é o vampiro. É! (vampiro)
Suckin' the children day by day, yeah! Sugando as crianças dia após dia, É!
Me say: de Babylon system is the vampire, falling empire, E eu digo: O sistema da Babilônia é o vampiro, sistema em decadência,
Suckin' the blood of the sufferers, yea-ea-ea-ea-e-ah! Sugando o sangue dos que sofrem.
Building church and university, wo-o-ooh, yeah! Construindo Igrejas e universidades
Deceiving the people continually, yea-ea! Iludindo as pessoas continuamente.
Me say them graduatin' thieves and murderers; E eu digo: Eles estão graduando ladrões e assassinos;
Look out now: they suckin' the blood of the sufferers (sufferers). Olhem agora: Eles estão sugando o sangue dos que sofrem. (dos que sofrem)
Yea-ea-ea! (sufferers) É! (dos que sofrem)
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Tell the children the truth; Contem a verdade para as crianças!
Tell the children the truth; Contem a verdade para as crianças!
Tell the children the truth right now! Contem a verdade para as crianças agora mesmo!
Come on and tell the children the truth; Venham e contem a verdade para as crianças!
Tell the children the truth; Contem a verdade para as crianças!
Tell the children the truth; Contem a verdade para as crianças!
Tell the children the truth; Contem a verdade para as crianças!
Come on and tell the children the truth. Venham e contem a verdade para as crianças!
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'Cause - 'cause we've been trodding on ya winepress much too long Porque nós temos marchado para essa prensa de vinho há muito tempo
Rebel, rebel! Rebelem-se, Rebelem-se!
And we've been taken for granted much too long Porque nós temos marchado para essa prensa de vinho há muito tempo
Rebel, rebel now! Rebelem-se, Rebelem-se agora!
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(Trodding on the winepress) Trodding on the winepress (rebel) (Marchado para essa prensa de vinho) Marchado para essa prensa de vinho (rebelem-se)
Got to rebel, y'all (rebel)! Temos que nos rebelar, (rebelem-se)
We've been trodding on the winepress much too long - ye-e-ah! (rebel) Nós temos marchado para essa prensa de vinho há muito tempo – É (rebelem-se)
Yea-e-ah! (rebel) Yeah! Yeah! É (rebelem-se) É! É!
From the very day we left the shores (trodding on the winepress) Desde o dia em que saímos das Praias (marchando para a prensa de vinho)
Of our Father's land (rebel), da Terra de nosso Pai (rebelem-se)
We've been trampled on (rebel), Nós temos andado (rebelem-se!)
Oh now! (we've been oppressed, yeah!) Oh até agora! (nós temos sido oprimidos, é!)
Lord, Lord, go to ... Senhor, Senhor vamos para...
Now we know everything we got to rebel Agora que sabemos de tudo, temos que nos rebelar
Somebody got to pay for the work Alguém tem que pagar pelo trabalho
We've done, rebel. Que nós fizemos, Rebelem-se.

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

THE BEATLES - Revolver (1966)



A carreira dos Beatles (John Lennon, Paul McCartney, George Harrison e Ringo Starr) é quase que totalmente sustentada em sucessos. É a única banda pop que possui uma discografia ampla, onde praticamente todos os discos chegaram a nº 1 nas paradas de sucesso dos dois lados do Atlântico.
Revolver’ dos Beatles, o disco mais importante da história da música pop, completou 42 anos neste ano – mais exatamente no mês de outubro, quando foi lançado, em 1966.
Invariavelmente ‘Revolver’ é citado como o 'número um' em praticamente todas as listas de melhores discos da história do rock.
Nele estão pelo menos três das músicas que mais influenciaram a história da música pop moderna. 'Eleanor Rigby', pelos seus arranjos orquestrais modernos para a sua época; 'Love You To', que introduziu a cítara no rock e promoveu a conexão com as sonoridades orientais; e, claro, 'Tomorrow Never Knows', a mais radical e profunda experiência musical dos Beatles e dos anos sessenta.
Mais do que isso, se não bastasse, 'Revolver' é também o disco dos Beatles que mais conexões estabeleceu com as modernas gerações do rock.
Passados quarenta e dois anos de seu lançamento, 'Revolver' é, por fim, o disco mais atual e moderno dos Beatles. Ele ainda esconde segredos que somente sucessivas releituras descobrirão, em cada uma de suas canções ou em cada uma de suas linhas de guitarra ou outros instrumentos. 'Revolver' é o disco na medida certa, em que prevalece a força e a inventividade de cada uma de suas canções.
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01. Taxman (Harrison)
02. Eleanor Rigby (Lennon/McCartney)
03. I'm Only Sleeping (Lennon/McCartney)
04. Love You To (Harrison)
05. Here, There and Everywhere (Lennon/McCartney)
06. Yellow Submarine (Lennon/McCartney)
07. She Said, She Said (Lennon/McCartney)
08. Good Day Sunshine (Lennon/McCartney)
09. And Your Bird Can Sing (Lennon/McCartney)
10. For No One (Lennon/McCartney)
11. Doctor Robert (Lennon/McCartney)
12. I Want to Tell You (Harrison)
13. Got to Get You Into My Life (Lennon/McCartney)
14. Tomorrow Never Knows (Lennon/McCartney)
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Produtor: George Martin
Engenheiro de Som: Geoff Emerick
The Beatles:
Paul McCartney - Baixo, guitarra, efeitos sonoros, vocais
John Lennon - Guitarra, organ, marimba, efeitos sonoros, pandeiros, vocais
George Harrison - Guitarra, baixo, sitar, efeitos sonoros, pandeiros, vocais
Ringo Starr - Bateria, pandeiros, vocais
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Link para download:


ESPECIAIS MEMPHIS - Reggae para Cedric*



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01 – CORNELL CAMPBELL E THE AGROVATTORS – Daughter
02 – BURNING SPEAR – Social Living
03 – BOB MARLEY – Concrete Jungle (First Version)
04 – WAYNE JARRETT – Every Tongue Shall Tell
05 – JOE HIGGS – Devotion
06 – DENNIS BROWN – Little Green Apples
07 – BIG YOUTH – Screaming Target
08 – EEK A MOUSE – Always On My Mind
09 – THE ITALS – I See A Sign
10 – BARRINGTON LEVY – If You Give To Me
11 – JACOB MILLER – Keep On Koncking
12 – THE GLADIATORS – Big Fish
13 – ISHAN PEOPLE - Trenchtown
14 – PAKETO WILSON – Jardan Dance
15 – BOB MARLEY – I Know A Place
16 – MIGHTY DIAMONDS – Go Seek Your Rights
17 – THE BLACKSTONES – Come And Dance
18 – BARRINGTON LEVY – Look Youthman
19 – CEDRIC “CONGO” MYTON – Open Up The Gate Of Zion
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* Cedric é o mais novo regueiro de Valença, filho de Ariana & Memphis.
Esta coletânea foi feita em sua homenagem.
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quinta-feira, 30 de outubro de 2008

GET UP, STAND UP

Get up, stand up: stand up for your rights! Levante, resista: lute pelos seus direitos!
Get up, stand up: stand up for your rights! Levante, resista: lute pelos seus direitos!
Get up, stand up: stand up for your rights! Levante, resista: lute pelos seus direitos!
Get up, stand up: don't give up the fight! Levante, resista: não desista da luta!
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Preacherman, don't tell me, Pastor, não me diga,
Heaven is under the earth. Que o paraíso esta embaixo da terra
I know you don't know Você não sabe quanto
What life is really worth. A vida realmente vale
It's not all that glitters is gold. Nem tudo que brilha é ouro
'Alf the story has never been told. Só metade da historia foi contada
So now you see the light, eh! E então agora que você enxergou a luz, ei!
Stand up for your rights. Lute pelos seus direitos
Come on! Vamos lá!
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Most people think, A maioria das pessoas pensam
Great God will come from the skies, Que o grande Deus vai surgir dos céus,
Take away everything Levar tudo
And make everybody feel high. E fazer todo mundo se sentir elevado
But if you know what life is worth, Mas se você sabe o quanto vale a vida
You will look for yours on earth Vai procurar o seu aqui na terra
And now you see the light, E agora que você enxerga a luz,
You stand up for your rights. Lute pelos seus direitos.
Jah! Jah! Jah! Jah!
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We sick an' tired of-a your ism-skism game Estamos cheios e cansados do seu jogo de ismos
Dyin' 'n' goin' to heaven in-a Jesus' name, Lord Morrer e ir pro céu em nome de Jesus, Senhor
We know when we understand Nós sabemos e entendemos
Almighty God is a living man. O Deus poderoso é um homem vivo
You can fool some people sometimes, Você pode enganar algumas pessoas às vezes
But you can't fool all the people all the time. Mas não pode enganar todo mundo
todo o tempo.
So now we see the light Então agora que você enxerga a luz
(What you gonna do?) (O que você vai fazer?)
We gonna stand up for our rights! Vamos lutar por nossos direitos!
(Yeah, yeah, yeah!) (Yeah, yeah, yeah!)

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

TOM ZÉ - Danç-Êh-Sá (Ao vivo)




Este disco foi gravado ao vivo em cima do material do ‘Danç-Êh-Sá (Dança dos Herdeiros do Sacrifício)’. Além das músicas do disco, Tom Zé brinda o ouvinte com uma versão onomatopéica de ‘Xique-xique’, música que compôs em parceria com José Miguel Wisnik.
As músicas são versões com o peso de um espetáculo ao vivo, muito bem gravado. No princípio pode causar estranheza, mas no decorrer da audição percebe-se a genialidade de Tom Zé.
Músicos que tocam com Tom Zé: Jarbas Mariz no vocal, viola de 12 cordas, cavaquinho e percussão; Cristina Carneiro no vocal e teclado; Daniel Maia no vocal e baixo; Sérgio Caetano na guitarra; Lauro Léllis na bateria e Luanda nos vocais.(Fonte: http://euovo.blogspot.com/
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Link para download:
TOM ZÉ - Danç-Êh-Sá (Dança dos Herdeiros do Sacrifício)




Antonio José Santana Martins, o Tom Zé, nasceu em 11 de outubro de 1936 em Irará, na Bahia. Em 1962, foi classificado em primeiro lugar no exame de vestibulares, e ingressou na Escola de Música da Universidade Federal da Bahia.
Em 1964, recebeu uma bolsa de estudos da Universidade Federal da Bahia, para o curso Superior da Escola de Música da mesma Universidade, como prêmio pelo primeiro lugar obtido nos exames finais do Curso Intermediário.
Freqüentou cursos de História da Música com H. J. Koellreutter, Violoncelo com Walter Smetak e Piero Bastianelli, Composição e Estruturação com Ernst Widmer, Contraponto com Yulo Brandão, Harmonia com Jamary Oliveira, Piano com Aida Zolinger e Violão com Edy Cajueiro.
Foi um dos fundadores do Grupo de Compositores da Bahia de música erudita, ao lado de Milton Gomes, Lindebergue Cardoso, Rinaldo Rossi, Jamary Oliveira, Nicolau Kokron e Ernst Widmer.
Participou do concerto realizado pela Orquestra Sinfônica da Universidade Federal da Bahia como membro do I Grupo de Compositores da Bahia. Participou do espetáculo teatral Arena Canta Bahia, realizado no Teatro de Arena de São Paulo. Em 1965 gravou o primeiro compacto, com as canções ‘São Benedito’ e ‘Maria do Colégio da Bahia’.
Em 1967 começou a ensinar Contraponto e Harmonia na Escola de Música da Universidade Federal da Bahia, a tocar violoncelo na Orquestra Sinfônica da UFBA, e apresentou a canção ‘A moreninha’ no Festival de música Brasileira da TV Record.
Em 1968 ganhou o Festival de Música Popular Brasileira da TV Record, com a canção ‘São São Paulo, meu amor’, e participou do movimento Tropicália, com uma faixa (Parque Industrial) no disco-manifesto.
No fim da década de 80 sua carreira deu uma reviravolta quando o músico David Byrne descobriu num sebo o inovador "Estudando o Samba", LP em que Tom Zé (com parceiros como Elton Medeiros) mexe nas estruturas do principal gênero musical do país. Fascinado, Byrne lançou o compositor no mercado internacional por meio de seu recém-criado selo, Luaka Bop. O disco "The Best of Tom Zé", editado por Byrne em 1990 foi aclamado pela crítica, ficando entre os dez melhores da década em todo o mundo, na avaliação da revista Rolling Stone. Excursionou pela Europa e Estados Unidos durante a década de 90, com bastante sucesso, o que só se refletiu no Brasil em 1999, com o lançamento de seu CD "Com Defeito de Fabricação" no Brasil. A partir daí Tom Zé voltou ao cenário da música brasileira.
Tom Zé é um artista sem igual. É o único que mantém ligação forte com os princípios do Tropicalismo, movimento que fez parte junto com Caetano e Gil. Enquanto os outros baianos ilustres dedicam-se à música popular, Tom Zé continua inventando e inovando, que era o fundamento básico do movimento dos anos 60.
O disco Danç-Êh-Sá reúne a complexidade das harmonias com a simplicidade das letras. Não existem letras com significados, mas onomatopéias que servem para fazer contraponto às melodias criadas por Tom Zé.
É exatamente isso que torna o disco tão genial. A complexidade das harmonias do Tom Zé com as letras em onomatopéias tornam o disco internacional. Fazem com que qualquer pessoa do planeta possa apreciar o Tom Zé com toda sua complexidade. (Fonte: http://euovo.blogspot.com/)
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BOB MARLEY - Iron Lion Zion (Clip)




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segunda-feira, 27 de outubro de 2008

TROPICALIA OU PANIS ET CIRCENSIS



O Tropicalismo foi um movimento de ruptura que sacudiu o ambiente da música popular e da cultura brasileira entre 1967 e 1968. Seus participantes formaram um grande coletivo, cujos destaques foram os cantores-compositores Caetano Veloso e Gilberto Gil, além das participações da cantora Gal Costa e do cantor-compositor Tom Zé, da banda Mutantes, e do maestro Rogério Duprat. A cantora Nara Leão e os letristas José Carlos Capinan e Torquato Neto completaram o grupo, que teve também o artista gráfico, compositor e poeta Rogério Duarte como um de seus principais mentores intelectuais.
Os tropicalistas deram um histórico passo à frente no meio musical brasileiro. Ao unir o popular, o pop e o experimentalismo estético, as idéias tropicalistas acabaram impulsionando a modernização não só da música, mas da própria cultura nacional.
Sincrético e inovador, aberto e incorporador, o Tropicalismo misturou rock mais bossa nova, mais samba, mais rumba, mais bolero, mais baião. Sua atuação quebrou as rígidas barreiras que permaneciam no País. Pop x folclore. Alta cultura x cultura de massas. Tradição x vanguarda. Essa ruptura estratégica aprofundou o contato com formas populares ao mesmo tempo em que assumiu atitudes experimentais para a época.
Discos antológicos foram produzidos, como a obra coletiva Tropicália ou Panis et Circensis.
Irreverente, a Tropicália transformou os critérios de gosto vigentes, não só quanto à música e à política, mas também à moral e ao comportamento, ao corpo, ao sexo e ao vestuário. A contracultura hippie foi assimilada, com a adoção da moda dos cabelos longos encaracolados e das roupas escandalosamente coloridas.
O movimento, libertário por excelência, durou pouco mais de um ano e acabou reprimido pelo governo militar. Seu fim começou com a prisão de Gil e Caetano, em dezembro de 1968. A cultura do País, porém, já estava marcada para sempre pela descoberta da modernidade e dos trópicos.
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quarta-feira, 22 de outubro de 2008

BOB DYLAN - Blowin' In The Wind (1963)

Baixe o vídeo e curta:
http://www.mediafire.com/?ind2mmzzyuj
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Ouça uma versão reggae com os Abyssinians:
http://www.mediafire.com/?oj11qqnzoim
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Blowin' in the Wind
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How many roads must a man walk down
Before you call him a man?
Yes, 'n' how many seas
must a white dove sail
Before she sleeps in the sand?
Yes, 'n' how many times must the cannon balls fly
Before they're forever banned?
The answer, my friend, is blowin' in the wind
The answer is blowin' in the wind
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How many times must a man look up
Before he can see the sky?
Yes, 'n' how many ears must one man have
Before he can hear people cry?
Yes, 'n' how many deathswill it take till he knows
That too many people have died?
The answer, my friend, is blowin' in the wind
The answer is blowin' in the wind
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How many years can a mountain exist
Before it's washed to the sea?
Yes, 'n' how many years can some people exist
Before they're allowed to be free?
Yes, 'n' how many times can a man turn his head
Pretending he just doesn't see?
The answer, my friend, is blowin' in the wind
The answer is blowin' in the wind

Só o vento sabe a resposta

Por quantas estradas um homem precisa caminhar
Para que possa ser chamado de homem?
Sim, e quantos mares uma pomba branca precisa sobrevoar
Até que durma na areia?
Sim, e quantas vezes os canhões precisam funcionar
Até que sejam banidos para sempre?
A resposta, meu amigo, só o vento sabe,
Só o vento sabe a resposta
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Quantas vezes um homem precisa olhar para cima
Até que possa ver o céu?
Sim, e quantos ouvidos um homem precisa ter
Para ouvir o lamento das pessoas?
Sim, e quantas mortesserão necessárias para que ele saiba
Que muitas pessoas morreram?
A resposta, meu amigo, só o vento sabe,
Só o vento sabe a resposta
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Quanto anos pode uma montanha existir
Antes de ser arrasada pelo mar?
Sim, e quantos anos pode uma pessoa existir
Até que se permita sua liberdade?
Sim, e quantas vezes pode um homem virar sua cabeça
Fingindo que não viu?
A resposta, meu amigo, só o vento sabe,
Só o vento sabe a resposta
AUGUSTUS PABLO - Original Rockers



Até hoje um dos artistas jamaicanos mais cultuados e reverenciados no mundo todo, e não somente por fãs de reggae, Horace Swaby - mais conhecido como Augustus Pablo - nasceu em 21 de junho de 1953, e trilhou seu próprio caminho, tão singular e distinto dos demais artistas de sua época quanto à sua própria pessoa, um artista avesso à fama e à notoriedade. Augustus Pablo iniciou sua carreira como instrumentista em 1971 com o single Iggy Iggy, gravado para o produtor Herman "Chin" Loy. Ao ver a habilidade do então novato Horace Swaby tocando a escaleta, "Chin" Loy decidiu gravá-lo sob o codinome Augustus Pablo, que o produtor usava para todos os seus instrumentais. Devido à natureza mística e única da gravação daquele primeiro single, que atraiu a curiosidade da cena musical jamaicana, Herman "Chin" Loy decidiu que o nome Augustus Pablo deveria ficar com Horace. E desde então, o mundo ganhou um dos maiores produtores, compositores e instrumentistas de toda a história. Augustus Pablo foi o responsável por introduzir a escaleta no reggae e no meio musical, e provar que ela podia sim ser muito mais que apenas um instrumento para ensinar as crianças as notas musicais. Pablo foi responsável por grandes clássicos do dub e do reggae instrumental, e ao lado do grande King Tubby gravou aquele que é considerado por muitos o maior álbum de dub de todos os tempos: King Tubby Meets Rockers Uptown. Como produtor, Pablo foi um grande descobridor de talentos, dando a primeira oportunidade para nomes como Hugh Mundell, Junior Delgado, Delroy Williams, Norris Reid, Leroy Sibbles e muitos outros.

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Link para download:
http://www.badongo.com/file/3899769

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(Pesquisa e link enviados por Memphis, grande amigo e colecionador de Dub)

terça-feira, 21 de outubro de 2008

KATCHAFIRE - Slow-Burning (2004)




A banda Katchafire foi formada em 1997 na Nova Zelândia. Começou como tributo a Bob Marley e depois começou a compor canções próprias. Seus dois primeiros álbuns Revival (2003) e Slow Burning (2004) ganharam disco duplo de platina e disco de platina, respectivamente. O último lançamento da banda foi o álbum Say What You're Thinking.
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Componentes da banda:
Ara Adams-Tamatea (baixo)
Jordan Bell (bateria)
Jamey Ferguson (teclado, saxofone, vocal)
Haani Totorewa (teclado, guitarra, vocal)
Logan Bell (guitarra, vocal)
Grenville Bell (guitarra)
Thompson Hohepa (guitarra, vocal)
Leon Davey (percussão, harmônica, vocal)
REGGAE, MÚSICA E CULTURA DA JAMAICA - 2ª Parte



Bunny, Marley e Tosh
“Desde o seu início, os Wailers foram o melhor trio vocal do reggae. A voz de Marley tinha possibilidades enormes, evocando ao mesmo tempo, nostalgia sentimental e raiva amarga, muitas vezes na mesma canção. As harmonias agudas de Bunny eram etéreas e angélicas, ao passo que a voz de Tosh exprimia uma moralidade profunda. Os antigos Wailers tinham uma autoridade moral no seu som e estilo. Eles foram o primeiro dos grandes grupos jamaicanos e adaptarem-se à vida sóbria, às múltiplas privações, eram Rastas e incorporavam elementos do tambor Rasta na sua música, antes de isso se tornar comum nos grupos de reggae.
Depois de gravarem com Lee Perry, atravessaram outro dos períodos obscuros que abundam na sua carreira. Marley, que como quase todos os cantores de reggae cantaria qualquer coisa desde que lhes pagassem, assina um contrato de composição e publicação com Johnny Nash, que decidira utilizar o reggae como veículo do seu renascimento criativo. Nash embarca com Marley para a Suécia onde ficariam meses, com o propósito de trabalharem nalgumas canções. Mais tarde, Nash gravou Stir It Up e Guava Jelly de Marley, tendo alcançado relativo sucesso. Ironicamente, Nash seria o primeiro a popularizar o reggae, gravando I Can See Clearly Now, que foi um êxito em todo o mundo, em 1971.
Em 1972, os Wailers receberam o bilhete para o sucesso comercial na Babilônia, ao assinarem um contrato de gravação com Chris Blackwell, o filho duma rica família de plantadores que conseguira materializar o seu amor pela música da sua terra natal montando uma pequena e independente companhia discográfica em ascensão, chamada Island Records. A estratégia de Blackwell consistiu em promover o gênio natural dos Wailers, como sendo a mais nova e mais poderosa força musical do mundo rock.


Johnny Nash, Chris Blackwell e Wire Lindo
Depois de ter encontrado os Wailers em Londres, Blackwell deu-lhes dinheiro para regressarem a Kingston, alugaram um estúdio e gravaram algumas canções. Este sistema de confiança era inacreditável e novo na indústria artesanal do reggae, onde a avareza e a ambição dos produtores locais eram um escândalo nacional.
Em Kingston, os Wailers gravaram os ritmos e vocais do álbum que mais tarde se chamaria Catch a Fire. Marley levou as bandas a Londres, onde ele e Blackwell supervisionaram o acréscimo de linhas de guitarra fluídas, executadas por músicos de estúdios ingleses, misturando depois as canções de maneira a que as sonoridades graves e pesadas se adaptassem aos ouvidos dos jovens americanos e ingleses, habituados às misturas do rock. Com meios financeiros e tecnológicos superiores ao habitual, Marley pôs-se a recriar para o seu álbum na Island a maior parte das sublimes mas rudes canções gravadas anteriormente com Lee Perry, e este disco é uma acusação sincera mas brutal da escravatura e do colonialismo. As partes de órgão, verdadeiramente de arrepiar, sobretudo na faixa Concrete Jungle, são quase góticas, pelo seu sentido do drama e do medo. Uma versão de 400 Years, de Tosh, prosseguiu a exploração do tema da escravatura, seguida de admoestações proféticas de Marley, em Slave Driver:


Guarda de escravos
Virou-se o feitiço contra o feiticeiro
Que o fogo se acenda
Para te queimar


O disco termina com o incrível Midnight Ravers, uma visão ao modo de Burroughs do terror vingativo dos gangs. É impossível ouvir esta música sem tremer.

Burnin' e Catch a Fire

Pouco depois da saída de Burning, o segundo álbum dos Wailers (entretanto Wire Lindo tinha entrado para as teclas), Eric Clapton gravou I Shot The Sheriff, de Marley, que foi número um em todos os tops do mundo. Esta canção chamava-se originalmente I Shot The Police, mas o título foi mudado para evitar problemas a Marley na Jamaica. Um rumor que corria em 1976 dizia que Marley tinha vendido os direitos da canção a Johnny Nash não tendo portanto recebido um tostão do êxito de Clapton. Seja como for, começou a dar-se atenção às mensagens contidas nas obscuras profecias de Marley, atenção essa que às vezes não era o suficiente. Assim, uma canção como Burnin’ and Lootin’ foi tomada no seu sentido literal em vez de metafórico, que era afinal a intenção do autor. A letra refere-se a pilhar e queimar as nossas ilusões esta noite. Marley apóia-se no para-brisas, tira outra, passa e explica que não é violento, nem queria falar de pilhagem e incêndios neste bairro chique de Hope Road; ele que mora a dois passos da residência oficial do Primeiro-Ministro, Michael Manley: a Jamaica House.
Blackwell e a Island fizeram uma grande campanha publicitária aos Wailers e financiaram as suas tournées pelos pequenos clubes ingleses e americanos. Quando tocavam nos sítios fortes do reggae nos Estados Unidos (New York, Boston, Cleveland, San Francisco), eles hospedavam-se em quartos de motel equipados com cozinha de modo a que “Family Man” pudesse preparar sopa de pimentões e arroz de feijão para o grupo. As comunidades jamaicanas locais forneciam-lhes a erva. Estes concertos, na sua grande maioria, eram realizados em caves e clubes de jazz. Eram como que uma iniciação ao transe, Marley dançando e cantando coberto de suor, os dreadlocks cadenciando o seu discurso hipnótico, ao som da música dos irmãos Barret. As pessoas começavam a chamar a Marley o melhor poeta de rua depois de Bob Dylan."

Eric Clapton, Michael Manley e Bob Dylan

Ouçam as músicas (que estão de amarelo no texto) acessando os links:
http://rapidshare.com/files/156242678/04_Johnny_Nash_-_Stir_It_Up.rar.html

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

JOE COCKER - With a Little Help From My Friends



Joe Cocker (Sheffield, 20 de maio de 1944), é um cantor britânico de música pop influenciado pela soul music no início da carreira.
Ele começou sua carreira musical em sua cidade natal na Inglaterra, aos quinze anos de idade: sua primeira banda foi os Avengers (sob o nome artístico de Vance Arnold), depois Big Blues (1963) e então a Grease Band (a partir de 1966). Em 1969 ele foi o astro convidado do programa The Ed Sullivan Show.
Seu primeiro grande sucesso foi "With a Little Help from My Friends", uma versão da música dos Beatles gravada com o guitarrista Jimmy Page. No mesmo ano ele apareceu no Festival de Woodstock. Coker ainda conseguiu mais alguns hits com "She Came Through the Bathroom Window" (outra versão de uma música dos Beatles), "Cry Me a River" e "Feelin Alright". Em 1970 sua versão ao vivo do sucesso "The Letter" dos Box Tops, lançado na compilação Mad Dogs & Englishmen tornou-se sua primeira canção a entrar no Top Ten americano. Nos shows Cocker exibia uma intensidade física incrível enquanto cantava.No começo dos anos 70 ele teve problemas com drogas e álcool que acabaram atrapalhando sua carreira. Ele conseguiu, entretanto, se livrar e retornar nos anos 80, conseguindo grande sucesso até os anos 90 com as canções "Up Where We Belong", "You Are So Beautiful", "When The Night Comes" e "Unchain My Heart". Em 2007, Joe fez uma participação especial em Across the Universe, longa-metragem musical de Julie Taymor, interpretando a música “Come Together”, dos Beatles. (Fonte: Wikipédia)
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Link para download:
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Compare a versão da música "With a Little Help from My Friends" do Joe Cocker com a original dos Beatles: