segunda-feira, 21 de novembro de 2011

WINSTON REEDY - Lips & Chalis



Faixas:

01 - Goodness In Me
02 - Step Forward
03 - Hail The King (Feat. Kingsley Wray)
04 - Time Is Now
05 - Boderation
06 - So Special
07 - Mercy
08 - Mary Lou
09 - Lips
10 - Future Is Bright
11 - Bawling For Love
12 - Love & Unity
13 - Can’t Stop (Feat. A.J. Franklin & Sista Levi)
14 - No More Heartbreaks
15 - Girls Everywhere
16 - Speechless
17 - Part Time Lover

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domingo, 20 de novembro de 2011

20 DE NOVEMBRO - DIA DA CONSCIÊNCIA NEGRA
Uma data para refletir e lutar por justiça e igualdade de direitos



"Ter consciência negra, significa compreender que somos diferentes, pois temos mais melanina na pele, cabelo pixaim, lábios carnudos e nariz achatado, mas que essas diferenças não significam inferioridade.
Ter consciência negra, significa que ser negro não significa defeito, significa apenas pertencer a uma raça que não é pior e nem melhor que outra, e sim, igual.
Ter consciência negra, significa compreender que somos discriminados duas vezes: uma, porque somos negros, outra, porque somos pobres, e, quando mulheres, ainda mais uma vez, por sermos mulheres negras, sujeitas a todas as humilhações da sociedade.
Ter consciência negra, significa compreender que não se trata de passar da posição de explorados a exploradores e sim lutar, junto com os demais oprimidos, para fundar uma sociedade sem explorados nem exploradores. Uma sociedade onde todos tenhamos, na prática, iguais direitos e iguais deveres.
Ter consciência negra, significa sobretudo, sentir a emoção indescritível, que vem do choque, em nosso peito, da tristeza de tanto sofrer, com o desejo férreo de alcançar a igualdade, para que se faça justiça ao nosso Povo, à nossa Raça.
Ter consciência negra, significa compreender que para ter consciência negra não basta ser negro e até se achar bonito, e sim que, além disso, sinta necessidade de lutar contra as discriminações raciais, sociais e sexuais, onde quer que se manifestem." (Raimunda Nilma de Melo Bentes)






"Ser negro no Brasil é ser objeto de um olhar enviesado. A chamada boa sociedade parece considerar que há um lugar predeterminado, lá em baixo, para os negros e assim tranquilamente se comporta. Logo, tanto é incômodo haver permanecido na base da pirâmide social quanto haver "subido na vida". 
Pode-se dizer, como fazem os que se deliciam com jogos de palavras, que aqui não há racismo (à moda sul-africana ou americana) ou preconceito ou discriminação, mas não se pode esconder que há diferenças sociais e econômicas estruturais e seculares, para as quais não se buscam remédios. A naturalidade com que os responsáveis encaram tais situações é indecente, mas raramente é adjetivada dessa maneira. Trata-se, na realidade, de uma forma do apartheid à brasileira, contra a qual é urgente reagir se realmente desejamos integrar a sociedade brasileira de modo que, num futuro próximo, ser negro no Brasil seja, também, ser plenamente brasileiro no Brasil." 
Milton Santos, geógrafo, professor emérito da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP


Há 511 anos, o Brasil foi invadido por colonizadores europeus, com o objetivo de enriquecimento de setores da Europa. Para isso, seria necessário muito trabalho pesado. A solução encontrada foi a oficialização da escravidão no país como política econômica.  
Desde a implantação da escravidão à reabertura do país às imigrações européias foram promulgados 7 atos oficiais, envolvendo o destino da população negra. 
Por trás da capa de inclusão e solidariedade para com a população negra escravizada estava o objetivo de beneficiar os senhores das riquezas, das terras e do direito de vida e morte sobre os afro-brasileiros. Mais do que isso, a grande intenção da sociedade branca era excluir, marginalizar, afastar o negro do direito à terra, à educação, aos cuidados na infância e na velhice. 
A Lei Áurea não é elencada entre os sete atos, porque podemos considerá-la nula. Na prática, quando foi assinada, só 5% do povo negro viviam sob regime de escravidão. Os demais tinham conseguido a libertação por meio dos próprios esforços. Podemos dizer, no máximo, que serviu como estratégia para dar à população negra respaldo de libertação jurídica. Não teve como preocupação fixar as comunidades negras na terra e garantir as terras nas quais já viviam, reconhecida pelas próprias leis dos dominantes. 
Após a promulgação da Lei Áurea surgiu um movimento exigindo que o governo indenizasse os senhores que haviam perdido seus escravos. Rui Barbosa reagiu dizendo: "Se alguém deve ser indenizado, indenizem os escravos!". Tinha plena consciência das injustiças cometidas pela sociedade contra o povo negro. 
Quase nada mudou: trata-se o negro, ainda hoje, como "um sem direitos"  

Jogo dos sete atos oficiais: 

1º Ato 

O primeiro ato oficial foi a implantação da escravidão no Brasil. Através desta Bula (Dum Diversas) endereçada ao rei de Portugal, Afonso V, o papa Nicolau diz: "... nós lhe concedemos, por estes presentes documentos, com nossa Autoridade Apostólica, plena e livre permissão de invadir, buscar, capturar e subjugar os sarracenos e pagãos e quaisquer outros incrédulos e inimigos de Cristo, onde quer que estejam, como também seus reinos, ducados, condados, principados e outras propriedades... e reduzir suas pessoas à perpétua escravidão, e apropriar e converter em seu uso e proveito e de seus sucessores, os reis de Portugal, em perpétuo, os supramencionados reinos, ducados, condados, principados e outras propriedades, possessões e bens semelhantes...". Em 8 de janeiro de 1554, estes poderes foram estendidos aos reis da Espanha. 
Apoiados nesse documento, os reis de Portugal e de Espanha promoveram uma devastação no continente africano, matando e escravizando milhões de habitantes. A África era o único continente do mundo que dominava a tecnologia do ferro. Com a invasão e o massacre promovido pelos povos europeus e, em seguida, a sua exploração colonizadora, o continente africano ficou com as mãos e os pés amarrados, permanecendo, assim, até hoje. 
O poder colonial usou a Igreja para impor seus interesses escravistas. Cada ser humano, até hoje, tem uma postura política, e o poder faz uso desta postura conforme seus interesses. Outras posições da Igreja contra a escravidão e a favor da população negra não foram seguidas. Exemplo: o papa Urbano VIII, no ano de 1639, no breve "Comissum Vobis", afirmava que ficava automaticamente expulso da Igreja o católico que escravizasse alguém. Fechavam-se os ouvidos para ordens papais que não interessassem ao poder colonial. 
O papa Leão XIII, em sua Encíclica "In Plurímis" dirigida aos bispos brasileiros em 5 de maio de 1888, transmite-nos a frieza, crueldade e o tamanho do massacre promovido pelos exploradores: "Do testemunho destes últimos resulta, mesmo que o número dos africanos assim vendidos cada ano, à maneira dos rebanhos de animais, não se eleva a menos de 400.000 (quatrocentos mil) dos quais cerca da metade, após serem cobertos de pancadas ao longo de um áspero caminho, sucumbem, miseravelmente, de tal sorte que os viajores que percorrem aquelas regiões podem, quão triste é dizê-lo, reconhecer o caminho que os destroços de ossadas marcaram". 
O relato de massacre ("cerca de metade, após serem cobertos de pancadas ao longo de um áspero caminho, sucumbem miseravelmente") que nos é transmitido neste documento papal deve falar fundo em nossa consciência histórica de defensores da justiça do Reino de Deus. Todo cristão que tem senso de justiça deve reler estes 500 anos de colonização a partir das vítimas desta catástrofe colonizadora. 

2º Ato 

"... pela legislação do império os negros não podiam freqüentar escolas, pois eram considerados doentes de moléstias contagiosas." 
Os poderosos do Brasil sabiam que o acesso ao saber sempre foi uma alavanca de ascensão social, econômica e política de um povo. Com este decreto, lei complementar à Constituição de 1824, os racistas do Brasil encurralaram a população negra nos porões da sociedade. 
Juridicamente, o decreto agiu até 1889, com a Proclamação da República. Na prática, sua intenção funciona até hoje. Por exemplo: por que as escolas das periferias não têm, por parte do governo, o mesmo tratamento qualitativo das escolas das cidades? Como é que uma pessoa afro-descendente favelada terá motivação para estudar numa escola de péssima qualidade? 

3º Ato 

Quase todo o litoral brasileiro estava povoado por quilombos. Esses espaços eram formados por negros que, de diferentes formas, conquistavam a liberdade. Abrigavam, também, brancos pobres e indígenas que quisessem se somar ao projeto. Lá viviam numa organização social alternativa, tendo tudo em comum. 
As sobras de produção dos quilombos eram vendidas aos brancos das vilas. O sistema ? percebendo o crescimento do poder econômico do negro e que os brancos do interior estavam perdendo sua valiosa mão-de-obra de produção ? decretam a Lei da Terra (1850/nº 601): "... a partir desta nova lei, as terras só poderiam ser obtidas através de compra. Assim, com a dificuldade de obtenção de terras que seriam vendidas por preço muito alto, o trabalhador livre teria que permanecer nas fazendas, substituindo os escravos". 
Assim, o Exército brasileiro passa a ter como tarefa destruir os quilombos, as plantações e levar os negros de volta às fazendas dos brancos. O Exército exerceu esta tarefa até 25 de outubro de 1887, quando um setor solidário ao povo negro cria uma crise interna. O Império não mais admitirá que o Exército seja usado para perseguir os negros que derramaram seu sangue, defendendo o Brasil na guerra do Paraguai. 
A Lei de Terras não foi usada contra os imigrantes europeus. Segundo a coleção "Biblioteca do Exército", considerável parcela de imigrantes recebeu de graça grandes pedaços de terras, sementes e dinheiro. Isso prova que a lei de terras tinha um objetivo definido: tirar do negro a possibilidade de crescimento econômico por meio do trabalho em terras próprias e embranquecer o país com a maciça entrada de europeus. 
Na verdade, a ideologia do embranquecimento nunca parou de ter fortes adeptos no Brasil durante todos os tempos. Getúlio Vargas foi um partidário desta ideologia. O conteúdo do decreto nº 7.967, artigo 2º, de 18 de setembro de 1945, mostra isso: "atender-se-á, admissão dos imigrantes, a necessidade de preservar e desenvolver, na composição étnica da população, as características mais convenientes da sua ascendência européia, assim como a defesa do trabalhador nacional". 

4º Ato 

A guerra do Paraguai (1864-1870) foi um dos instrumentos usados pelo poder para reduzir a população negra do Brasil. Foi difundido que todos os negros que fossem lutar na guerra, ao retornarem, receberiam a liberdade e os já livres receberiam terra. Além do mais, quando chegava a convocação para o filho do fazendeiro, ele o escondia e, em seu lugar, enviava de 5 a 10 negros. 
Durante a guerra, o Exército brasileiro colocou o nosso povo negro na frente de combate e foi grande o número dos mortos. Para se ter uma idéia, a população negra do Brasil era de 2 milhões 500 mil pessoas (45% do total da população brasileira). Depois da guerra, diminuiu para 1 milhão 500 mil pessoas (15% do total da população brasileira). 
Os poucos negros que sobraram, eram os que sabiam manejar as armas do Exército. Duque Caxias escreve para o imperador demonstrando temor sobre o fato: "... à sombra dessa guerra, nada pode livrar-nos de que aquela imensa escravatura do Brasil dê o grito de sua divina e humanamente legítima liberdade, e tenha lugar uma guerra interna como no Haiti, de negros contra brancos, que sempre tem ameaçado o Brasil e desaparece dele a escassíssima e diminuta parte branca que há!". 

5º Ato 

A Lei do Ventre Livre (1871) até hoje é ensinada nas escolas como uma benfeitoria: "Toda criança que nascesse a partir daquela data nasceria livre". Na prática, esta lei separava as crianças de seus pais, desestruturando a família negra. O governo abriu uma casa para acolher estas crianças. De cada 100 que lá entravam, 80 morriam antes de completar 1 ano de idade. 
Foi inventada com o objetivo de tirar a obrigação dos senhores de fazendas de criar nossas crianças negras, pois, já com 12 anos de idade, poderiam sair para os quilombos à procura da liberdade negada nas senzalas. Com a determinação, surgiram os primeiros menores abandonados do Brasil. Em quase todas as igrejas do país, os padres tocaram os sinos aplaudindo a assinatura desta lei. 

6º Ato 

A Lei do Sexagenário (1885) também é ensinada nas escolas como sendo um prêmio do "coração bom" do senhor para com o escravo que muito trabalhou. "Todo escravo que atingisse os 60 anos de idade ficaria automaticamente livre". Na verdade, essa foi a forma mais eficiente encontrada pelos opressores para jogar na rua os velhos doentes e impossibilitados de continuarem gerando riquezas, surgindo, assim, os primeiros mendigos nas ruas do Brasil. 

7º Ato 

Com a subida ao poder do Partido Republicano, a industrialização do país passou a ser ponto-chave. A indústria precisava, fundamentalmente, de dois produtos: matéria-prima e mão-de-obra. Encontrar matéria-prima no Brasil não era problema. Quanto à mão-de-obra, o povo negro estava aí, disponível. 
A mão-de-obra passou a ser problema quando o governo descobriu que, se o negro ocupasse as vagas nas indústrias, iria surgir uma classe média negra poderosa, colocando em risco o processo de embranquecimento do país. A solução foi decretar, no dia 28 de junho de 1890, a reabertura do país às imigrações européias e definir que negros e asiáticos só poderiam entrar no país com autorização do Congresso. Esta nova remessa de europeus vai ocupar os trabalhos nas nascentes indústrias paulistas. Assim, os europeus pobres são usados, mais uma vez, para marginalizar o povo negro. 

Essa é apenas uma pequena amostragem dos 511 anos de opressão e massacres ao qual o povo afro-descendente foi submetido em terras brasileiras. E convidamos você a ajudar na recuperação da consciência histórica e de direitos do povo afro-descendente. 
(Fonte: www.antroposmoderno.com) 



quarta-feira, 16 de novembro de 2011

THE MEDITATIONS - Deeper Roots The Best Of The Meditations



Faixas:

01 - Wake Up
02 - Turn Me Loose
03 - Running From Jamaica
04 - Having Fun
05 - Miracles
06 - Jungle Feelings
07 - Woman Is Like A Shadow
08 - Nice Time
09 - Quiet Woman
10 - No Peace
11 - Babylon Trap Them
12 - Something Looking Good
13 - Groovy Sitaution (Being A Dread Is No Crime)
14 - Think So (Much More Smarter)
15 - Tricked
16 - Fly Natty Dread
17 - Do Mamma Do
18 - Man Find It
Bonus Tracks Of The Linkers Featuring Ansel Cridland
19 - What A Bam Bam
20 - Bongo Man

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THE MEDITATIONS - Wake-Up




Faixas:

01 - Wake Up
02 - A Wey Me Do
03 - Turn Me Lose
04 - Nyah Man Story
05 - Being A Dread Is No Crime
06 - Fly Natty Dread
07 - Traitor
08 - Stoning Me Away
09 - Get Left
10 - Another Plight

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THE MIGHTY THREE'S - Africa Shall Stretch Forth Her Hand (1978)



O trio vocal era formado por Bernard Brown, seu irmão Noel "Bunny" Brown (ex-vocalista do The Falcons, juntamente com Dennis Brown e Johnny Osbourne) e Carlton Gregory. O excelente álbum "Africa Shall Stretch For Her Hand", de 1978, é o único trabalho dos três conhecido,  além do lançamento, no mesmo ano, de um LP com as versões dub do album anterior. Em 2004, a gravadora Makasound lançou os dois num só CD.

Faixas:

01 - Backyard Movement
02 - Good Things Going On
03 - Don't Say You Don't Love
04 - Nearer To Africa
05 - Rasta Business
06 - Sinking In The Mist
07 - Sata

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THE MIGHTY THREE'S - Africa Shall Stretch For Her Hand (2004)



Faixas:

01 - Rasta Business
02 - Sinking In The Mist
03 - Backyard Movement
04 - Good Things Going On
05 - Nearer To Africa
06 - One Black People
07 - Don't Say You Don't Love
08 - Sata (Version 1)
09 - Sata (Version 2)
10 - Rasta Dub Business
11 - Sinking In The Mist Dub
12 - Backyard Dub
13 - Good Dub Going On
14 - Nearer To Dub
15 - One Black Dub
16 - Don't Say You Don't Dub

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segunda-feira, 14 de novembro de 2011



DANNY DREAD I - "Hit Me With Music"



Faixas:

01 - To Be With You
02 - Hit Me With Music
03 - No Girls Tonight
04 - Woke Up This Morning
05 - Learn The Waterpumpee
06 - Suppose I Was A Fool
07 - Senorita
08 - Pass Me By
09 - Oh Jah

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PIERPOLJAK - Kingston Karma



Faixas:

01 - Je Sais Pas Jouer
02 - Cultivateur Moderne
03 - La Poule Aux Oeufs D'Or
04 - Pierpoljak
05 - A L'Intérieur
06 - Je Descends Le Bar
07 - Ready Anytime (Feat. Lisa Danger)
08 - Police
09 - Voilà Le Soleil
10 - Déesse
11 - Mon Imagination
12 - Si Ca Ment
13 - Pékah Machine
14 - Pierpoljak (Radio Edit)

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domingo, 13 de novembro de 2011



KEB' MO' - Just Like You



Faixas:


01 - That’s Not Love
02 - Perpetual Blues Machine
03 - More Than One Way Home
04 - I’m On Your Side
05 - Just Like You
06 - You Can Love Yourself
07 - Dangerous Mood
08 - The Action
09 - Hand It Over
10 - Standin’ at the Station
11 - Momma, Where’s My Daddy?
12 - Last Fair Deal Gone Down
13 - Lullaby Baby Blues

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KEVIN MOORE - Rainmaker



Faixas:

01 - I Intend To Love You
02 - Break Down the Walls
03 - Anybody Seen My Girl
04 - Speak Your Mind
05 - Rainmaker
06 - The Way You Hold Me
07 - Rainy Day People (Rainy Day Lady, Rainy Day Man)
08 - Holding On To You

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MIDNITE - Kings Bell



Em Kings Bell, junta-se o melhor de St Croix com o melhor da Jamaica: uma linha incrível de músicos liderados pelo venerável produtor jamaicano Andrew "Bassie" Campbell. O resultado são dezesseis faixas roots. Por ser o primeiro Midnite com um produtor da Jamaica, Kings Bell é um lançamento histórico. Ele oferece alguns dos maiores músicos a exemplo de Leroy "Horsemouth" Wallace, Earl "Chinna" Smith, Cole Squidley, Mikey "Boo "Richards e Sticky Thompson.
Além da força motriz por trás do produtor musical do álbum, o baixista Andrew "Bassie" Campbell, estão as letras profundas de Vaughn Benjamin. Grande parte das músicas foram gravadas organicamente na Jamaica no Studio Tuff Gong, com overdubs adicionais, gravação de vocais e mixagem concluída no I Grade’s Studio, em St. Croix. O resultado é uma coleção de canções que captura não só a essência dos roots clássicos das mãos e mentes de alguns dos músicos que ajudaram a construir o gênero. Com mais de 45 álbuns e mais de 20 anos de carreira nunca houve na música do Midnite esta fertilização cruzada da tradição jamaicana, uma tradição de raízes clássicas, misturadas com a tradição de St. Croix. Este é o grande destaque do álbum "Kings Bell". (Fonte: http://www.soulofthelion.com)

Faixas:

01 - Exalt The Crown
02 - Try That Way
03 - Mongst I & I
04 - Earth Is The Lord
05 - Kings Bell
06 - System Peak Out
07 - Jewel Inna Africa Horn
08 - Bittersweet
09 - Heaven No Make No Blunder
10 - On The Broadcast
11 - Peak Tension Time
12 - Black Mamba
13 - What About Sudan
14 - Jerusalem School Reform
15 - The Quickening
16 - Torpedo

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A linda música "Mongst I & I" tem uma melodia marcante. É um hino de agitação que nos lembra a importância da união e da força coletiva nestes tempos tumultuados. "Mongst I & I" foi lançado como um EP único apresentando o single, o vídeo da música, a mistura de dub e dois remixes. (Mesma Fonte)

domingo, 6 de novembro de 2011

PLAYING FOR CHANGE
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7 Bilhões de Pessoas - 7 Bilhões de Ações
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O mundo atingiu 7 bilhões de pessoas. O Fundo de População das Nações Unidas (The United Nations Population Fund) lidera uma campanha inovadora global para trazer à consciência, as oportunidades e desafios que este marco representa. Mais 7 bilhões de pessoas significa 7 bilhões de corações. A música sempre foi a melhor maneira de falar ao coração das pessoas. Playing for Change tem parceria com as Nações Unidas ao apresentar uma canção original, "United", em todo o mundo para servir como um hino para este momento tão importante.
Viajando por todo o globo, colocando fones de ouvido nos músicos, criou um vídeo que pode servir como um exemplo tangível de algo positivo que todos podemos fazer juntos, como raça humana.
Permite inspirar uns aos outros. Permite que toda a gente se envolva e se junte  nesta jornada, para que juntos possamos deixar este mundo melhor do que o encontramos. Para saber mais sobre como fazer parte do "United" é só clicar em: http://7BillionActions.org

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

SLY & ROBBIE - Disco Dub
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Arranged And Producer by: Sly & Robbie
Bass: Robbie Shakespeare
Drums: Sly Dunbar
Lead Guitar: Douggi Bryan
Rhythm Guitar: Ranchy Mc Lean
Keyboards: Angel Collins, Bernard "Touter" Harvey & Winston "Brubeck" Wright
Engineer: Bunny Tom Tom & Cornell Maxwell
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Faixas:
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01 - Side Walk Doctor        
02 - War Of The Gods        
03 - Depth Charge        
04 - Mickey Mouse        
05 - Battle Of The Titans
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SLY AND ROBBIE PRESENT THE BEST OF JOHNNY CLARKE
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Faixas:
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01 - Ride On Girl
02 - We A Africa
03 - Love Me Forever
04 - Going To A Ball
05 - Play Play Girl
06 - I'll Never Fall In Love Again
07 - It's A Disgrace
08 - Dread Rastafari
09 - Holy Children
10 - Nobody's Business
11 - Ten To One
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quarta-feira, 2 de novembro de 2011

JOHNNY CLARKE - Enter In To His Gates With Praise
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Faixas:
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01 - Enter In To His Gates With Praise
02 - None Shall Escape The Judgement
03 - Move Up Rasta Man
04 - Jah Jah We Are Waiting Upon You
05 - Don't Talk Too Much
06 - If You Should Lose Me
07 - Left With A Broken Heart
08 - You Are My Woman
09 - Walk Away
10 - My Desire
11 - Hey Girl Don't Bother Me
12 - True Believer In Love
13 - Please Don't Go
14 - In Paradise
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JOHNNIE CLARKE - The Bunny Lee Years
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Backed by: Aggrovators
Produced by: Bunny Lee
Mixed by: King Tubby
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Faixas:
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01 - None Shall Escape The Judgement
02 - Enter His Gates With Praise
03 - Move Out A Babylon
04 - Rock With Me Baby
05 - Ride On Girl
06 - Left With A Broken Heart
07 - Satisfaction
08 - Blood Dunza
09 - No Woman No Cry
10 - Bend Down Low
11 - Simmer Down
12 - Nice Time
13 - Love Me Forever
14 - Hold On
15 - King Of The Arena
16 - True Believer
17 - Nobody's Business
18 - Soul And Inspiration
19 - Close To Me
20 - If You Should Lose Me
21 - Since I Met You Baby
22 - Massachusetts
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