sexta-feira, 31 de outubro de 2008

THE BEATLES - Revolver (1966)



A carreira dos Beatles (John Lennon, Paul McCartney, George Harrison e Ringo Starr) é quase que totalmente sustentada em sucessos. É a única banda pop que possui uma discografia ampla, onde praticamente todos os discos chegaram a nº 1 nas paradas de sucesso dos dois lados do Atlântico.
Revolver’ dos Beatles, o disco mais importante da história da música pop, completou 42 anos neste ano – mais exatamente no mês de outubro, quando foi lançado, em 1966.
Invariavelmente ‘Revolver’ é citado como o 'número um' em praticamente todas as listas de melhores discos da história do rock.
Nele estão pelo menos três das músicas que mais influenciaram a história da música pop moderna. 'Eleanor Rigby', pelos seus arranjos orquestrais modernos para a sua época; 'Love You To', que introduziu a cítara no rock e promoveu a conexão com as sonoridades orientais; e, claro, 'Tomorrow Never Knows', a mais radical e profunda experiência musical dos Beatles e dos anos sessenta.
Mais do que isso, se não bastasse, 'Revolver' é também o disco dos Beatles que mais conexões estabeleceu com as modernas gerações do rock.
Passados quarenta e dois anos de seu lançamento, 'Revolver' é, por fim, o disco mais atual e moderno dos Beatles. Ele ainda esconde segredos que somente sucessivas releituras descobrirão, em cada uma de suas canções ou em cada uma de suas linhas de guitarra ou outros instrumentos. 'Revolver' é o disco na medida certa, em que prevalece a força e a inventividade de cada uma de suas canções.
-----------------
01. Taxman (Harrison)
02. Eleanor Rigby (Lennon/McCartney)
03. I'm Only Sleeping (Lennon/McCartney)
04. Love You To (Harrison)
05. Here, There and Everywhere (Lennon/McCartney)
06. Yellow Submarine (Lennon/McCartney)
07. She Said, She Said (Lennon/McCartney)
08. Good Day Sunshine (Lennon/McCartney)
09. And Your Bird Can Sing (Lennon/McCartney)
10. For No One (Lennon/McCartney)
11. Doctor Robert (Lennon/McCartney)
12. I Want to Tell You (Harrison)
13. Got to Get You Into My Life (Lennon/McCartney)
14. Tomorrow Never Knows (Lennon/McCartney)
---------
Produtor: George Martin
Engenheiro de Som: Geoff Emerick
The Beatles:
Paul McCartney - Baixo, guitarra, efeitos sonoros, vocais
John Lennon - Guitarra, organ, marimba, efeitos sonoros, pandeiros, vocais
George Harrison - Guitarra, baixo, sitar, efeitos sonoros, pandeiros, vocais
Ringo Starr - Bateria, pandeiros, vocais
-------------------
Link para download:


ESPECIAIS MEMPHIS - Reggae para Cedric*



-
01 – CORNELL CAMPBELL E THE AGROVATTORS – Daughter
02 – BURNING SPEAR – Social Living
03 – BOB MARLEY – Concrete Jungle (First Version)
04 – WAYNE JARRETT – Every Tongue Shall Tell
05 – JOE HIGGS – Devotion
06 – DENNIS BROWN – Little Green Apples
07 – BIG YOUTH – Screaming Target
08 – EEK A MOUSE – Always On My Mind
09 – THE ITALS – I See A Sign
10 – BARRINGTON LEVY – If You Give To Me
11 – JACOB MILLER – Keep On Koncking
12 – THE GLADIATORS – Big Fish
13 – ISHAN PEOPLE - Trenchtown
14 – PAKETO WILSON – Jardan Dance
15 – BOB MARLEY – I Know A Place
16 – MIGHTY DIAMONDS – Go Seek Your Rights
17 – THE BLACKSTONES – Come And Dance
18 – BARRINGTON LEVY – Look Youthman
19 – CEDRIC “CONGO” MYTON – Open Up The Gate Of Zion
-
* Cedric é o mais novo regueiro de Valença, filho de Ariana & Memphis.
Esta coletânea foi feita em sua homenagem.
-

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

GET UP, STAND UP

Get up, stand up: stand up for your rights! Levante, resista: lute pelos seus direitos!
Get up, stand up: stand up for your rights! Levante, resista: lute pelos seus direitos!
Get up, stand up: stand up for your rights! Levante, resista: lute pelos seus direitos!
Get up, stand up: don't give up the fight! Levante, resista: não desista da luta!
-----------
Preacherman, don't tell me, Pastor, não me diga,
Heaven is under the earth. Que o paraíso esta embaixo da terra
I know you don't know Você não sabe quanto
What life is really worth. A vida realmente vale
It's not all that glitters is gold. Nem tudo que brilha é ouro
'Alf the story has never been told. Só metade da historia foi contada
So now you see the light, eh! E então agora que você enxergou a luz, ei!
Stand up for your rights. Lute pelos seus direitos
Come on! Vamos lá!
--------------
Most people think, A maioria das pessoas pensam
Great God will come from the skies, Que o grande Deus vai surgir dos céus,
Take away everything Levar tudo
And make everybody feel high. E fazer todo mundo se sentir elevado
But if you know what life is worth, Mas se você sabe o quanto vale a vida
You will look for yours on earth Vai procurar o seu aqui na terra
And now you see the light, E agora que você enxerga a luz,
You stand up for your rights. Lute pelos seus direitos.
Jah! Jah! Jah! Jah!
---------------
We sick an' tired of-a your ism-skism game Estamos cheios e cansados do seu jogo de ismos
Dyin' 'n' goin' to heaven in-a Jesus' name, Lord Morrer e ir pro céu em nome de Jesus, Senhor
We know when we understand Nós sabemos e entendemos
Almighty God is a living man. O Deus poderoso é um homem vivo
You can fool some people sometimes, Você pode enganar algumas pessoas às vezes
But you can't fool all the people all the time. Mas não pode enganar todo mundo
todo o tempo.
So now we see the light Então agora que você enxerga a luz
(What you gonna do?) (O que você vai fazer?)
We gonna stand up for our rights! Vamos lutar por nossos direitos!
(Yeah, yeah, yeah!) (Yeah, yeah, yeah!)

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

TOM ZÉ - Danç-Êh-Sá (Ao vivo)




Este disco foi gravado ao vivo em cima do material do ‘Danç-Êh-Sá (Dança dos Herdeiros do Sacrifício)’. Além das músicas do disco, Tom Zé brinda o ouvinte com uma versão onomatopéica de ‘Xique-xique’, música que compôs em parceria com José Miguel Wisnik.
As músicas são versões com o peso de um espetáculo ao vivo, muito bem gravado. No princípio pode causar estranheza, mas no decorrer da audição percebe-se a genialidade de Tom Zé.
Músicos que tocam com Tom Zé: Jarbas Mariz no vocal, viola de 12 cordas, cavaquinho e percussão; Cristina Carneiro no vocal e teclado; Daniel Maia no vocal e baixo; Sérgio Caetano na guitarra; Lauro Léllis na bateria e Luanda nos vocais.(Fonte: http://euovo.blogspot.com/
-------------------
Link para download:
TOM ZÉ - Danç-Êh-Sá (Dança dos Herdeiros do Sacrifício)




Antonio José Santana Martins, o Tom Zé, nasceu em 11 de outubro de 1936 em Irará, na Bahia. Em 1962, foi classificado em primeiro lugar no exame de vestibulares, e ingressou na Escola de Música da Universidade Federal da Bahia.
Em 1964, recebeu uma bolsa de estudos da Universidade Federal da Bahia, para o curso Superior da Escola de Música da mesma Universidade, como prêmio pelo primeiro lugar obtido nos exames finais do Curso Intermediário.
Freqüentou cursos de História da Música com H. J. Koellreutter, Violoncelo com Walter Smetak e Piero Bastianelli, Composição e Estruturação com Ernst Widmer, Contraponto com Yulo Brandão, Harmonia com Jamary Oliveira, Piano com Aida Zolinger e Violão com Edy Cajueiro.
Foi um dos fundadores do Grupo de Compositores da Bahia de música erudita, ao lado de Milton Gomes, Lindebergue Cardoso, Rinaldo Rossi, Jamary Oliveira, Nicolau Kokron e Ernst Widmer.
Participou do concerto realizado pela Orquestra Sinfônica da Universidade Federal da Bahia como membro do I Grupo de Compositores da Bahia. Participou do espetáculo teatral Arena Canta Bahia, realizado no Teatro de Arena de São Paulo. Em 1965 gravou o primeiro compacto, com as canções ‘São Benedito’ e ‘Maria do Colégio da Bahia’.
Em 1967 começou a ensinar Contraponto e Harmonia na Escola de Música da Universidade Federal da Bahia, a tocar violoncelo na Orquestra Sinfônica da UFBA, e apresentou a canção ‘A moreninha’ no Festival de música Brasileira da TV Record.
Em 1968 ganhou o Festival de Música Popular Brasileira da TV Record, com a canção ‘São São Paulo, meu amor’, e participou do movimento Tropicália, com uma faixa (Parque Industrial) no disco-manifesto.
No fim da década de 80 sua carreira deu uma reviravolta quando o músico David Byrne descobriu num sebo o inovador "Estudando o Samba", LP em que Tom Zé (com parceiros como Elton Medeiros) mexe nas estruturas do principal gênero musical do país. Fascinado, Byrne lançou o compositor no mercado internacional por meio de seu recém-criado selo, Luaka Bop. O disco "The Best of Tom Zé", editado por Byrne em 1990 foi aclamado pela crítica, ficando entre os dez melhores da década em todo o mundo, na avaliação da revista Rolling Stone. Excursionou pela Europa e Estados Unidos durante a década de 90, com bastante sucesso, o que só se refletiu no Brasil em 1999, com o lançamento de seu CD "Com Defeito de Fabricação" no Brasil. A partir daí Tom Zé voltou ao cenário da música brasileira.
Tom Zé é um artista sem igual. É o único que mantém ligação forte com os princípios do Tropicalismo, movimento que fez parte junto com Caetano e Gil. Enquanto os outros baianos ilustres dedicam-se à música popular, Tom Zé continua inventando e inovando, que era o fundamento básico do movimento dos anos 60.
O disco Danç-Êh-Sá reúne a complexidade das harmonias com a simplicidade das letras. Não existem letras com significados, mas onomatopéias que servem para fazer contraponto às melodias criadas por Tom Zé.
É exatamente isso que torna o disco tão genial. A complexidade das harmonias do Tom Zé com as letras em onomatopéias tornam o disco internacional. Fazem com que qualquer pessoa do planeta possa apreciar o Tom Zé com toda sua complexidade. (Fonte: http://euovo.blogspot.com/)
--------------------------
BOB MARLEY - Iron Lion Zion (Clip)




Link para download:
------
THE MIGHTY DIAMONDS - Go Seek Your Rights
-----
-----
---------------------
Donald “Tabby” Shaw, Fitzroy” Bunny” Simpson e Lloyd “Judge” Ferguson formaram o grupo The Mighty Diamonds em 1969 na área de Trenchtown de Kingston, Jamaica.
Em sua longa carreira eles produziram mais de 40 álbuns. Encontrando força e inspiração na sua fé em Jah, a sua mensagem é de unidade, amor e às vezes protesto, rebelião, traduzindo a voz dos injustiçados.
Seu álbum “Right Time” transformou-se em um clássico. Um álbum que deve fazer parte de toda coleção séria de reggae. “Right Time" é provavelmente a sua canção mais pedida nos shows ao vivo.
O trio excursionou extensivamente pelo mundo divulgando o reggae.
-----------------------
Link para download:
http://rapidshare.com/files/158466490/The_Mighty_Diamonds_-_Go_Seek_Your_Rights.rar.html

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

TROPICALIA OU PANIS ET CIRCENSIS



O Tropicalismo foi um movimento de ruptura que sacudiu o ambiente da música popular e da cultura brasileira entre 1967 e 1968. Seus participantes formaram um grande coletivo, cujos destaques foram os cantores-compositores Caetano Veloso e Gilberto Gil, além das participações da cantora Gal Costa e do cantor-compositor Tom Zé, da banda Mutantes, e do maestro Rogério Duprat. A cantora Nara Leão e os letristas José Carlos Capinan e Torquato Neto completaram o grupo, que teve também o artista gráfico, compositor e poeta Rogério Duarte como um de seus principais mentores intelectuais.
Os tropicalistas deram um histórico passo à frente no meio musical brasileiro. Ao unir o popular, o pop e o experimentalismo estético, as idéias tropicalistas acabaram impulsionando a modernização não só da música, mas da própria cultura nacional.
Sincrético e inovador, aberto e incorporador, o Tropicalismo misturou rock mais bossa nova, mais samba, mais rumba, mais bolero, mais baião. Sua atuação quebrou as rígidas barreiras que permaneciam no País. Pop x folclore. Alta cultura x cultura de massas. Tradição x vanguarda. Essa ruptura estratégica aprofundou o contato com formas populares ao mesmo tempo em que assumiu atitudes experimentais para a época.
Discos antológicos foram produzidos, como a obra coletiva Tropicália ou Panis et Circensis.
Irreverente, a Tropicália transformou os critérios de gosto vigentes, não só quanto à música e à política, mas também à moral e ao comportamento, ao corpo, ao sexo e ao vestuário. A contracultura hippie foi assimilada, com a adoção da moda dos cabelos longos encaracolados e das roupas escandalosamente coloridas.
O movimento, libertário por excelência, durou pouco mais de um ano e acabou reprimido pelo governo militar. Seu fim começou com a prisão de Gil e Caetano, em dezembro de 1968. A cultura do País, porém, já estava marcada para sempre pela descoberta da modernidade e dos trópicos.
--------------
Link para download:

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

BOB DYLAN - Blowin' In The Wind (1963)

Baixe o vídeo e curta:
http://www.mediafire.com/?ind2mmzzyuj
--------------
Ouça uma versão reggae com os Abyssinians:
http://www.mediafire.com/?oj11qqnzoim
-
Blowin' in the Wind
-------
How many roads must a man walk down
Before you call him a man?
Yes, 'n' how many seas
must a white dove sail
Before she sleeps in the sand?
Yes, 'n' how many times must the cannon balls fly
Before they're forever banned?
The answer, my friend, is blowin' in the wind
The answer is blowin' in the wind
-----------------------
How many times must a man look up
Before he can see the sky?
Yes, 'n' how many ears must one man have
Before he can hear people cry?
Yes, 'n' how many deathswill it take till he knows
That too many people have died?
The answer, my friend, is blowin' in the wind
The answer is blowin' in the wind
----------------
How many years can a mountain exist
Before it's washed to the sea?
Yes, 'n' how many years can some people exist
Before they're allowed to be free?
Yes, 'n' how many times can a man turn his head
Pretending he just doesn't see?
The answer, my friend, is blowin' in the wind
The answer is blowin' in the wind

Só o vento sabe a resposta

Por quantas estradas um homem precisa caminhar
Para que possa ser chamado de homem?
Sim, e quantos mares uma pomba branca precisa sobrevoar
Até que durma na areia?
Sim, e quantas vezes os canhões precisam funcionar
Até que sejam banidos para sempre?
A resposta, meu amigo, só o vento sabe,
Só o vento sabe a resposta
---------
Quantas vezes um homem precisa olhar para cima
Até que possa ver o céu?
Sim, e quantos ouvidos um homem precisa ter
Para ouvir o lamento das pessoas?
Sim, e quantas mortesserão necessárias para que ele saiba
Que muitas pessoas morreram?
A resposta, meu amigo, só o vento sabe,
Só o vento sabe a resposta
---------------
Quanto anos pode uma montanha existir
Antes de ser arrasada pelo mar?
Sim, e quantos anos pode uma pessoa existir
Até que se permita sua liberdade?
Sim, e quantas vezes pode um homem virar sua cabeça
Fingindo que não viu?
A resposta, meu amigo, só o vento sabe,
Só o vento sabe a resposta
AUGUSTUS PABLO - Original Rockers



Até hoje um dos artistas jamaicanos mais cultuados e reverenciados no mundo todo, e não somente por fãs de reggae, Horace Swaby - mais conhecido como Augustus Pablo - nasceu em 21 de junho de 1953, e trilhou seu próprio caminho, tão singular e distinto dos demais artistas de sua época quanto à sua própria pessoa, um artista avesso à fama e à notoriedade. Augustus Pablo iniciou sua carreira como instrumentista em 1971 com o single Iggy Iggy, gravado para o produtor Herman "Chin" Loy. Ao ver a habilidade do então novato Horace Swaby tocando a escaleta, "Chin" Loy decidiu gravá-lo sob o codinome Augustus Pablo, que o produtor usava para todos os seus instrumentais. Devido à natureza mística e única da gravação daquele primeiro single, que atraiu a curiosidade da cena musical jamaicana, Herman "Chin" Loy decidiu que o nome Augustus Pablo deveria ficar com Horace. E desde então, o mundo ganhou um dos maiores produtores, compositores e instrumentistas de toda a história. Augustus Pablo foi o responsável por introduzir a escaleta no reggae e no meio musical, e provar que ela podia sim ser muito mais que apenas um instrumento para ensinar as crianças as notas musicais. Pablo foi responsável por grandes clássicos do dub e do reggae instrumental, e ao lado do grande King Tubby gravou aquele que é considerado por muitos o maior álbum de dub de todos os tempos: King Tubby Meets Rockers Uptown. Como produtor, Pablo foi um grande descobridor de talentos, dando a primeira oportunidade para nomes como Hugh Mundell, Junior Delgado, Delroy Williams, Norris Reid, Leroy Sibbles e muitos outros.

-------------
Link para download:
http://www.badongo.com/file/3899769

--------------
(Pesquisa e link enviados por Memphis, grande amigo e colecionador de Dub)

ISRAEL VIBRATION - The Same Song Dub Version


Link para download:

http://rapidshare.com/files/156552462/Israel_Vibration_-_The_Same_Song_Dub_Version.rar.html

ISRAEL VIBRATION - The Same Songs (1978)






Israel Vibration é, sem sombra de dúvidas, um dos grandes nomes do reggae. Com certeza, um nome digno de respeito e reconhecimento de qualquer um que já pôde conferir o som dos caras. As vibrações positivas que emanam de suas músicas são impecáveis, e vivem por mais de duas décadas. O Israel tem um feitiço musical, conseguindo unir reggae de raiz tradicional com um som hipnotizante e mensagens profundamente espirituais.
São mais de 20 anos de carreira e inúmeras canções na lista dos melhores clássicos do reggae de todos os tempos. Recentemente, houve uma mudança na formação original do Israel. Antes composto por um trio - Skelly, Wiss e Apple - perdeu um de seus integrantes, Albert Craig (Apple), que partiu para a carreira solo.
Os integrantes da atual dupla, Cecil Spence (Skelly) e Lascelle Bulgin (Wiss) são naturais da Jamaica, e vítimas de poliomielite. Eles se conheceram, quando crianças, no "Centro de Reabilitação Mona", onde foram internados por suas famílias. Aprenderam cedo como sobreviver no mundo, e embora a poliomielite seja uma doença séria, eles nunca deixaram que isso viesse a atrapalhar a criatividade, o desempenho e a força de vontade. Acharam força na fé Rastafari e começaram a compor e cantar canções que expressassem suas convicções espirituais.Tanta espiritualidade acabou causando o afastamento do Centro de Reabilitação Mona. Destemidos, eles encontraram o que precisavam na música, que fez com que ganhassem o apoio da comunidade local, proporcionando encorajamento para seguir em frente com a carreira. A primeira gravação foi em 1978, que rendeu o álbum Same Song pela EMI. A partir daí, surgiu uma atenção internacional pelos caras. Depois de um tempo, a carreira fonográfica do Israel parecia estar indo por água abaixo, pois assim como muitos artistas jamaicanos, foram induzidos à uma indústria local infestada naquele momento, por prática de contabilidade questionável, pirataria musical, e falta de apoio de excursão. Em 1983, eles se separaram e seus membros foram para os Estados Unidos em busca de um cuidado médico adequado e também de projetos individuais.
Em 1988, conheceram Dr. Dread, presidente e fundador da gravadora Ras, à procura de gravações solo. Dr. Dread, que admirava o talento do Israel Vibration e ouvia atentamente as palavras de Marcus Garvey, lhes falou sobre o lance de "unidade é força", aconselhando que se unissem novamente. Eles aceitaram, e o resto da história faz parte de uma relação que deu início a Strength of My Life, e continuou com Praises, Forever, Vibes Alive, IV, On The Rock, Free to Move, e mais alguns álbuns Dub. On The Rock gerou muitos elogios, além do single e do vídeo Rudeboy Shufflin que, juntamente com o vídeo Feelling Irie, foi apresentado em programas de televisão nos EUA e em outros países. On The Rock, seguido de Free to Move foram passos importantes na carreira do Israel. O lançamento de Pay the Piper e o vídeo Hard Road, em 1999, mostra alguns dos fortes materiais compostos pela dupla Skelly e Wiss.
O álbum Jericho, lançado em Maio de 2000 é, sem dúvida, um dos trabalhos mais fortes da dupla, e tem participação de alguns dos melhores músicos jamaicanos. Skelly e Wiss mostram letras dignas de respeito e cantam de coração com o verdadeiro espírito da universalidade. O Israel Vibration tem trabalhado muito, por muito tempo com o apoio da gravadora Ras, e continuará, sem dúvida, fazendo o que fazem, redefinindo o termo "Roots Reggae" para o novo milênio. (Fonte: http://surforeggae.ig.com.br/)


Link para download:
IS IT ROLLING BOB? - A Reggae Tribute To Bob Dylan



Neto de imigrantes russos judeus, Dylan nasceu Robert Allen Zimmerman, no dia 24 de maio de 1941 em Duluth, Minnesota. Começou escrevendo poemas em torno dos dez anos de idade, e se auto instruiu em piano e guitarra no começo de sua adolescência. Caindo na mágica de Elvis Presley, Jerry Lee Lewis, e outras estrelas do rock, ele formou suas próprias bandas, incluindo o "Golden Chords and Elston Gunn" e "His Rock Boopers".
O jovem Zimmerman rumou à Universidade de Minnesota, em Minneapolis, no outono de 1959. As visões e sons da grande cidade abriram novos horizontes para ele, o inspirando a se aprofundar nas raízes do rock contemporâneo, ouvindo o trabalho de artistas de country, rock e folk, entre eles pioneiros como Hank Williams, Robert Johnson e Woody Guthrie.
O músico começou a se apresentar como artista solo, já com trabalho próprio, em bares locais, em posse de um violão e uma gaita, e expressando uma voz nasal que se tornaria sua marca registrada. Foi em torno dessa época, também, que ele adotou o nome artístico de Bob Dylan. No ano posterior, largou a universidade e mudou-se para Nova Iorque até que, em novembro de 1961, assinou seu primeiro contrato, com a Columbia Records. O resultado, lançado no início de 1962, foi um disco sombrio e obsessivo, que soava mais como o trabalho de um cantor negro de blues do que o de um jovem artista.
Mesmo tendo sido um álbum promissor, seu primeiro trabalho não preparou ninguém para a obra-prima que viria em seguida. “The Freewhellin´ Bob Dylan”, lançado no ano seguinte, trazia alguns dos hinos que embalaram os anos 60, como "Blowin´ in the Wind" e "A Hard Rain´s A-Gonna Fall".
O próximo álbum de Dylan, “The Times They Are A-Changin’”, manteve as expectativas e os destaques ficaram a faixa título e "The Lonesome Death of Hattie Carroll", ambas com fortes mensagens de protesto. Em 1964, chega “Another Side of Bob Dylan” um disco introspectivo, que fugia de rótulos e, no começo de 1965, o músico entra em estúdio com uma banda de nove integrantes para gravar “Bringin It All Back Home”, um álbum bastante variado, que trouxe clássicos como "Subterranean Homesick Blues", "Mr. Tambourine Man" e "It´s All Over Now, Baby Blue". Na seqüência veio “Highway 61 Revisited”, que trouxe o ‘hit’ "Like a Rolling Stone".
Um acidente quase fatal de moto no dia 29 de julho de 1966 acabou afastando Dylan do cenário musical por alguns meses, mas ele não se abalou e, após o country “Nashville Skyline”, o vocalista compõe um dos maiores sucessos de toda sua carreira, o single “Knockin´ on Heaven´s Door”, regravado posteriormente por diversos artistas. Continuando a ótima fase, o ao vivo “Before the Flood” chegou à terceira posição da parada da Billboard e “Blood on the Tracks” foi considerado um dos trabalhos mais importantes do compositor.
Outros discos também de fundamental importância foram “Desire” e “Slow Train Comming” e “Infidels”, de 1983, co-produzido por Mark Knopler, do Dire Straits. Durante toda a década de 80, Dylan se apresentou em grandes shows e continuou gravando discos regularmente, porém, sem o mesmo impacto de antigamente. Os anos 90 começam com algumas coletâneas e discos ao vivo até que, em 1995, é realizado o “MTV Unplugged”, que dá um novo ânimo ao artista.
Em 1997, Bob Dylan foi hospitalizado devido a um problema cardíaco, mas recuperou-se a tempo de se apresentar em Roma, numa performance presenciada pelo Papa João Paulo II. Em 2001, o inédito “Love and Theft” chega às lojas e mostra que, apesar do tempo de estrada, o músico ainda tem criatividade de sobra e o álbum é indicado ao Grammy como o melhor disco do ano. (Fonte: http://territorio.terra.com.br/canais/rockonline)

Faixas:

01. The Times They Are A-Changin' - Apple Gabriel
02. Maggie's Farm - Toots Hibbert
03. Just Like A Woman - Beres Hammond
04. Lay, Lady, Lay - The Mighty Diamonds
05. Gotta Serve Somebody - Nasio
06. Knockin' On Heaven's Door - Luciano
07. The Lonesome Death Of Hattie Carrol - Michael Rose
08. Subterranean Homesick Blues - Sizzla
09. Mr. Tambourine Man - Gregory Isaacs
10. Don't Think Twice, It's All Right - JC Lodge
11. One Too Many Mornings - Abijah
12. Blowin' In The Wind - Don Carlos
13. A Hard Rain's A-Gonna Fall - Billy Mystic
14. I And I (Reggae Remix) - Bob Dylan

Link para download:

http://rapidshare.com/files/160419083/Is_It_Rolling_Stones_-_A_Reggae_Tribute_To_Bob_Dylan.rar

terça-feira, 21 de outubro de 2008

KATCHAFIRE - Slow-Burning (2004)




A banda Katchafire foi formada em 1997 na Nova Zelândia. Começou como tributo a Bob Marley e depois começou a compor canções próprias. Seus dois primeiros álbuns Revival (2003) e Slow Burning (2004) ganharam disco duplo de platina e disco de platina, respectivamente. O último lançamento da banda foi o álbum Say What You're Thinking.
-------------------
Componentes da banda:
Ara Adams-Tamatea (baixo)
Jordan Bell (bateria)
Jamey Ferguson (teclado, saxofone, vocal)
Haani Totorewa (teclado, guitarra, vocal)
Logan Bell (guitarra, vocal)
Grenville Bell (guitarra)
Thompson Hohepa (guitarra, vocal)
Leon Davey (percussão, harmônica, vocal)
REGGAE, MÚSICA E CULTURA DA JAMAICA - 2ª Parte



Bunny, Marley e Tosh
“Desde o seu início, os Wailers foram o melhor trio vocal do reggae. A voz de Marley tinha possibilidades enormes, evocando ao mesmo tempo, nostalgia sentimental e raiva amarga, muitas vezes na mesma canção. As harmonias agudas de Bunny eram etéreas e angélicas, ao passo que a voz de Tosh exprimia uma moralidade profunda. Os antigos Wailers tinham uma autoridade moral no seu som e estilo. Eles foram o primeiro dos grandes grupos jamaicanos e adaptarem-se à vida sóbria, às múltiplas privações, eram Rastas e incorporavam elementos do tambor Rasta na sua música, antes de isso se tornar comum nos grupos de reggae.
Depois de gravarem com Lee Perry, atravessaram outro dos períodos obscuros que abundam na sua carreira. Marley, que como quase todos os cantores de reggae cantaria qualquer coisa desde que lhes pagassem, assina um contrato de composição e publicação com Johnny Nash, que decidira utilizar o reggae como veículo do seu renascimento criativo. Nash embarca com Marley para a Suécia onde ficariam meses, com o propósito de trabalharem nalgumas canções. Mais tarde, Nash gravou Stir It Up e Guava Jelly de Marley, tendo alcançado relativo sucesso. Ironicamente, Nash seria o primeiro a popularizar o reggae, gravando I Can See Clearly Now, que foi um êxito em todo o mundo, em 1971.
Em 1972, os Wailers receberam o bilhete para o sucesso comercial na Babilônia, ao assinarem um contrato de gravação com Chris Blackwell, o filho duma rica família de plantadores que conseguira materializar o seu amor pela música da sua terra natal montando uma pequena e independente companhia discográfica em ascensão, chamada Island Records. A estratégia de Blackwell consistiu em promover o gênio natural dos Wailers, como sendo a mais nova e mais poderosa força musical do mundo rock.


Johnny Nash, Chris Blackwell e Wire Lindo
Depois de ter encontrado os Wailers em Londres, Blackwell deu-lhes dinheiro para regressarem a Kingston, alugaram um estúdio e gravaram algumas canções. Este sistema de confiança era inacreditável e novo na indústria artesanal do reggae, onde a avareza e a ambição dos produtores locais eram um escândalo nacional.
Em Kingston, os Wailers gravaram os ritmos e vocais do álbum que mais tarde se chamaria Catch a Fire. Marley levou as bandas a Londres, onde ele e Blackwell supervisionaram o acréscimo de linhas de guitarra fluídas, executadas por músicos de estúdios ingleses, misturando depois as canções de maneira a que as sonoridades graves e pesadas se adaptassem aos ouvidos dos jovens americanos e ingleses, habituados às misturas do rock. Com meios financeiros e tecnológicos superiores ao habitual, Marley pôs-se a recriar para o seu álbum na Island a maior parte das sublimes mas rudes canções gravadas anteriormente com Lee Perry, e este disco é uma acusação sincera mas brutal da escravatura e do colonialismo. As partes de órgão, verdadeiramente de arrepiar, sobretudo na faixa Concrete Jungle, são quase góticas, pelo seu sentido do drama e do medo. Uma versão de 400 Years, de Tosh, prosseguiu a exploração do tema da escravatura, seguida de admoestações proféticas de Marley, em Slave Driver:


Guarda de escravos
Virou-se o feitiço contra o feiticeiro
Que o fogo se acenda
Para te queimar


O disco termina com o incrível Midnight Ravers, uma visão ao modo de Burroughs do terror vingativo dos gangs. É impossível ouvir esta música sem tremer.

Burnin' e Catch a Fire

Pouco depois da saída de Burning, o segundo álbum dos Wailers (entretanto Wire Lindo tinha entrado para as teclas), Eric Clapton gravou I Shot The Sheriff, de Marley, que foi número um em todos os tops do mundo. Esta canção chamava-se originalmente I Shot The Police, mas o título foi mudado para evitar problemas a Marley na Jamaica. Um rumor que corria em 1976 dizia que Marley tinha vendido os direitos da canção a Johnny Nash não tendo portanto recebido um tostão do êxito de Clapton. Seja como for, começou a dar-se atenção às mensagens contidas nas obscuras profecias de Marley, atenção essa que às vezes não era o suficiente. Assim, uma canção como Burnin’ and Lootin’ foi tomada no seu sentido literal em vez de metafórico, que era afinal a intenção do autor. A letra refere-se a pilhar e queimar as nossas ilusões esta noite. Marley apóia-se no para-brisas, tira outra, passa e explica que não é violento, nem queria falar de pilhagem e incêndios neste bairro chique de Hope Road; ele que mora a dois passos da residência oficial do Primeiro-Ministro, Michael Manley: a Jamaica House.
Blackwell e a Island fizeram uma grande campanha publicitária aos Wailers e financiaram as suas tournées pelos pequenos clubes ingleses e americanos. Quando tocavam nos sítios fortes do reggae nos Estados Unidos (New York, Boston, Cleveland, San Francisco), eles hospedavam-se em quartos de motel equipados com cozinha de modo a que “Family Man” pudesse preparar sopa de pimentões e arroz de feijão para o grupo. As comunidades jamaicanas locais forneciam-lhes a erva. Estes concertos, na sua grande maioria, eram realizados em caves e clubes de jazz. Eram como que uma iniciação ao transe, Marley dançando e cantando coberto de suor, os dreadlocks cadenciando o seu discurso hipnótico, ao som da música dos irmãos Barret. As pessoas começavam a chamar a Marley o melhor poeta de rua depois de Bob Dylan."

Eric Clapton, Michael Manley e Bob Dylan

Ouçam as músicas (que estão de amarelo no texto) acessando os links:
http://rapidshare.com/files/156242678/04_Johnny_Nash_-_Stir_It_Up.rar.html

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

JOE COCKER - With a Little Help From My Friends



Joe Cocker (Sheffield, 20 de maio de 1944), é um cantor britânico de música pop influenciado pela soul music no início da carreira.
Ele começou sua carreira musical em sua cidade natal na Inglaterra, aos quinze anos de idade: sua primeira banda foi os Avengers (sob o nome artístico de Vance Arnold), depois Big Blues (1963) e então a Grease Band (a partir de 1966). Em 1969 ele foi o astro convidado do programa The Ed Sullivan Show.
Seu primeiro grande sucesso foi "With a Little Help from My Friends", uma versão da música dos Beatles gravada com o guitarrista Jimmy Page. No mesmo ano ele apareceu no Festival de Woodstock. Coker ainda conseguiu mais alguns hits com "She Came Through the Bathroom Window" (outra versão de uma música dos Beatles), "Cry Me a River" e "Feelin Alright". Em 1970 sua versão ao vivo do sucesso "The Letter" dos Box Tops, lançado na compilação Mad Dogs & Englishmen tornou-se sua primeira canção a entrar no Top Ten americano. Nos shows Cocker exibia uma intensidade física incrível enquanto cantava.No começo dos anos 70 ele teve problemas com drogas e álcool que acabaram atrapalhando sua carreira. Ele conseguiu, entretanto, se livrar e retornar nos anos 80, conseguindo grande sucesso até os anos 90 com as canções "Up Where We Belong", "You Are So Beautiful", "When The Night Comes" e "Unchain My Heart". Em 2007, Joe fez uma participação especial em Across the Universe, longa-metragem musical de Julie Taymor, interpretando a música “Come Together”, dos Beatles. (Fonte: Wikipédia)
--------------
Link para download:
--------------
Compare a versão da música "With a Little Help from My Friends" do Joe Cocker com a original dos Beatles:

domingo, 19 de outubro de 2008

MEUS VÍDEOS NO YOUTUBE:


Midnite em Arembepe 2007
http://www.youtube.com/watch?v=13ytqAyFpTg
http://www.youtube.com/watch?v=AAJrDazbIq8
http://www.youtube.com/watch?v=miy7f9eksAM
http://www.youtube.com/watch?v=m5CbpHS1nVA

Tribo de Jah em Valença
http://www.youtube.com/watch?v=RfDGjErGcKI
http://www.youtube.com/watch?v=FaW14542S9U

Adão Negro em Taperoá
http://www.youtube.com/watch?v=GNZ1xg9ZmRM
http://www.youtube.com/watch?v=0nCwSftP9cE

Adão Negro - Tributo a Bob Marley 2007
http://www.youtube.com/watch?v=08gQZEcdWLc
http://www.youtube.com/watch?v=SBZodmFxaNk
http://www.youtube.com/watch?v=3YMmlSYw214
http://www.youtube.com/watch?v=-0E_kKZD9Ps
http://www.youtube.com/watch?v=639k9ZcNHfc

Adão Negro - Bahia Reggae 2007
http://www.youtube.com/watch?v=KIkZdE6fNDI
http://br.youtube.com/watch?v=Je5E4DGUHN4
http://br.youtube.com/watch?v=BXL0tqRfC7c
http://br.youtube.com/watch?v=caTWFqaH6jk

Sine Calmon em Cachoeira 2006
http://www.youtube.com/watch?v=ipyyEW4k26w
http://www.youtube.com/watch?v=Kn3kh4S2UuQ

Sine Calmon em Cachoeira 2004
http://br.youtube.com/watch?v=F4gvQmVI2cM
http://www.youtube.com/watch?v=F4gvQmVI2cM

Kamassa Reggae em Arembepe 2007
http://www.youtube.com/watch?v=Ubeyte_wv1A
http://www.youtube.com/watch?v=2d8rCeIGhWw

Lucky Dube - Tributo a Bob Marley 2007
http://www.youtube.com/watch?v=_zjiJt-6L5U
http://www.youtube.com/watch?v=nJgYNZHIASQ
http://www.youtube.com/watch?v=f6uU8_-p4cA
http://www.youtube.com/watch?v=QG8L0xy7NNA
http://www.youtube.com/watch?v=0HlYvDa6qXk

Moa Anbesa - Tributo a Bob Marley 2007
http://www.youtube.com/watch?v=G1wIipzWqB8
http://www.youtube.com/watch?v=fUYqQX1bcnc

Cezar & Moa Anbesa - Tributo Bob Marley 2007
http://www.youtube.com/watch?v=x218K4MLKog
http://www.youtube.com/watch?v=ymSMjEsnUsk

Ponto de Equilíbrio - Tributo Bob Marley 2007
http://www.youtube.com/watch?v=EO3LlEPades
http://www.youtube.com/watch?v=5G4Sb4eCMRY

Ponto de Equilíbrio - Planeta Reggae 2007
http://www.youtube.com/watch?v=dygcl1NtuQY
http://br.youtube.com/watch?v=sWbekLJNKUM

Dissidência - Tributo a Bob Marley 2007
http://www.youtube.com/watch?v=WN2zFXetse0
http://www.youtube.com/watch?v=1RDYUrrSCEk

Alpha Blondy - Planeta Reggae Festival 2007
http://www.youtube.com/watch?v=8BeUpxnyUSQ
http://www.youtube.com/watch?v=8-oWUQB3zps

Andrew Tosh - Planeta Reggae Festival 2007
http://www.youtube.com/watch?v=EAhMW-Q_O3o
http://www.youtube.com/watch?v=D_ZDrCzijNo

Mosiah Roots - Planeta Reggae 2007
http://www.youtube.com/watch?v=JUCH_qLSR6Q

Mosiah Roots & Rick Husbands 2007
http://www.youtube.com/watch?v=SmrbUGbl620

Gregory Isaacs - Bahia Reggae 2007
http://br.youtube.com/watch?v=nHzoUOdO8kM
http://br.youtube.com/watch?v=asNVWRR_XnY

Isaque Gomes - Bahia Reggae 2007
http://br.youtube.com/watch?v=58kGt9UVi1o
http://br.youtube.com/watch?v=Hxperiyd3Zo
http://br.youtube.com/watch?v=Q1FmxvHJ63o

Natiruts - Bahia Reggae 2007
http://br.youtube.com/watch?v=TfMqMSRFbHM

Edson Gomes - Bahia Reggae 2007
http://br.youtube.com/watch?v=GRfR1jhTsEo

Dean Fraiser - Bahia Reggae 2007
http://www.youtube.com/watch?v=hk5aDiXyBeg

Burning Spear em Salvador 2006
http://www.youtube.com/watch?v=Kh21nboxvA0

Clinton Fearon - Lyon 2004
http://www.youtube.com/watch?v=lmxcjtabwvk
http://www.youtube.com/watch?v=jKafWCw7KaI
http://www.youtube.com/watch?v=HW5Mv4SzGEI
http://www.youtube.com/watch?v=glTlTkeULmg
http://www.youtube.com/watch?v=JP6mPSa0rVs
http://www.youtube.com/watch?v=a1uYe8zZYic
http://www.youtube.com/watch?v=-iEeblb8Ppc
http://www.youtube.com/watch?v=ztYqF4BEHcE
http://www.youtube.com/watch?v=v_LfHN2YuPw

Blue Riddim - Reggae Sunsplash 1982
http://www.youtube.com/watch?v=rrMZj3wlCVg

Toots & The Maytals - Reggae Sunsplash 1982
http://www.youtube.com/watch?v=nnN8FUhgILA

Black Uhuru - Londres 1984
http://www.youtube.com/watch?v=mo-uGOk6H6g

Steel Pulse - Reggae Sunsplash 1982
http://www.youtube.com/watch?v=PZduZA7Fq_M

Burning Spear - Reggae Sunsplash 1982
http://www.youtube.com/watch?v=LQrgT_QYZmc

Dennis Brown - Reggae Sunsplash 1981
http://www.youtube.com/watch?v=MlwXT3PB5ts
GREGORY ISAACS EM SALVADOR - Bahia Reggae 2007




Gregory Isaacs com a banda Leões de Israel no Bahia Reggae, em Salvador, madrugada do dia 08/07/07. Participação especial de Dean Frasier.
------------
Acesse o link abaixo e curta um pouco do show:
REGGAE, MÚSICA E CULTURA DA JAMAICA - 1ª Parte


Bob Marley & The Wailers

“Bob Marley nasceu em 1954, em St. Ann, uma paróquia rural, num lugar tão pequeno que nem sequer vem no mapa chamado Rhoden Hall. Sua mãe era natural de lá e o seu pai era um major do exército inglês que estava a aproveitar a reforma para viver à colonial. Marley afirma que só o viu uma ou duas vezes, o que não é de espantar na Jamaica onde, recordação dos tempos coloniais, as crianças são freqüentemente educadas pelas mães. Marley freqüentou a escola de St. Ann até aos 14 anos e depois abandonou a sua aldeia, indo viver para Kingston. Quando se lhe pergunta o que fez de seguida, ele responde que foi “welder” (soldador) mas não se sabe se ele está a falar a sério, já que ele ri e porque o ser soldador é uma resposta-tipo dos músicos do reggae quando se lhes pergunta a sua atividade anterior. No vocabulário muito próprio do reggae, “welding” significa o sexo.
Em Trench Town, o adolescente Marley viveu na casa do pai de Bunny Livingston, um seu amigo. Ele ouvia bastante o seu transistor, captando New Orleans quando os ventos eram favoráveis. O seu cantor favorito era Brook Benton e no dia em que convenceu alguém a deixá-lo gravar algumas canções, a primeira que escolheu foi One Cup Of Coffee, de Benton. Terror e Judge Not, são dois outros singles gravados nessa época.
Em 1964, Marley sofre a influência de dois músicos mais velhos que ele: Joe Higgs era um cantor-arranjador conhecido que ensinou a Marley os rudimentos dos arranjos vocais e a arte de ser uma pessoa calma. Alvin Seeco Patterson era um percussionista Rasta que iniciou Marley no tempo e no ritmo. Nesta época, Marley tornou-se discípulo de Mortimer Planner, um Rasta venerado, que era como que o bispo das comunidades Rastas de Kingston e arredores. Diz-se nos círculos Rastas que Planner encontrou Marley em Trench Town e reconhecendo que ele possuía a Visão, ajudou-o a ir viver para fora do ghetto.


Joe Higgs, Alvin Seeco Patterson e Mortimer Planner
Em 1965, Marley ouviu os Drifters e achou que o seu som lhe convinha perfeitamente. Recrutou Bunny Livingston assim como um outro cantor/guitarrista, Peter MacIntosh, um jovem alto e magro, que nem Marley nem Livingston conheciam, mas que tinham visto cantar nas ruas, arranhando uma guitarra. Formaram o grupo em finais de 1964, juntamente com um cantor solista, Junior Braithwaite e mais duas vocalistas femininas. Chamaram-se de início The Wailing Rude Boys e de seguida The Wailing Wailers. Um ano mais tarde, Braithwaite partiu em busca de fortuna para Chicago e Marley tornou-se o vocalista principal. Em 1966, as duas vocalistas saíram e o trio Marley, Tosh e Bunny gravou inúmeros singles para Clement Dodd, um disc-jockey/produtor, mais conhecido pelo nome de Sir Coxone. Utilizando as técnicas de harmonia vocal aprendidas com Joe Higgs, Marley era ao mesmo tempo, autor, compositor e vocalista. Bunny ocupava-se das harmonias agudas e Tosh das graves. O ano de 1966 marca o apogeu dos Rude Boys e além de alguns clássicos como Simmer Down e Put It On, os Wailers gravaram Rule Them Rudies, Rude Boy, I’m Still Waiting e ainda o hino definitivo dos Rudies: Steppin Razors. Hoje Marley afirma ter recebido apenas 60 libras por todos esses discos que foram, nesse ano, pequenos sucessos em Kingston e arredores.

Junior Braithwaite e capa do disco dos Wailing Wailers
Em 1967, sem dinheiro, decidiu juntar-se à sua mãe que entretanto havia emigrado para os Estados Unidos (Wilmington, Delaware). Aí, Marley trabalhou num turno da noite da fábrica Chrysler, sem deixar, contudo, de escrever canções. Um pouco mais tarde, regressou a Kingston e reformou o grupo para gravar a primeira versão do magnífico Bend Down Low e depois Nice Time, ainda para Clement Dodd. Desta vez, Marley diz que os músicos não receberam sequer um cêntimo. Uma capa dum disco desta época Mostra Marley, Bunny e Peter Tosh posando desajeitadamente, com fatos pretos, gravatas estreitas e escuras e de cabelo quase rapado. Todas estas gravações se fizeram em Kingston, à exceção de Reggae on Broadway (canção incluída no controverso álbum póstumo, Chances Are), feita numa sessão perdida em Londres.
Em 1968, Marley juntou-se aos irmãos Barret. Carly Barret, o baterista, e Aston “Family Man” Barret, o guitarrista baixo, formavam a base fixa dos Upsetters, o grupo de estúdio do produtor Lee Perry. Os dois irmãos tinham também seu próprio grupo, que se chamava Hippy Boys. É “Family Man” quem o diz: “Os Wailers eram o melhor grupo vocal da Jamaica. E então perguntamo-nos: Porque não juntarmo-nos e pôr toda a gente de joelhos?”


Carly Barret, Aston "Family Man" Barret e Lee Perry
Com os irmãos Barret, indiscutivelmente a melhor seção rítmica do reggae, os novos Wailers começaram a ganhar forma. Marley tocava guitarra ritmo, compunha e cantava; Tosh fazia os solos de guitarra; Bunny fazia as harmonias e a percussão. Em companhia de Lee Perry, os Wailers gravaram as que muitos consideram como as suas melhores canções e Bob Marley começou a beneficiar duma atenção particular como poeta de grande paixão e duma força inquietante. Marley tinha a particularidade de encaixar textos de revolta, altivos e mágicos, em melodias doces e cantáveis. Tal é o caso da velha canção dos Wailers, Trench Town Rock, que celebra um violento motim ocorrido em 1967, em Kingston. Um dos seus temas favoritos eram as crianças esfomeadas e mães chorando. O sublime Small Axe era uma advertência ao mundo colonial:

Se vocês são uma grande árvore
Nós somos um pequeno machado
Afiado para vos abater.

Mas Marley não era o único compositor dos Wailers. A sua obsessão pela crueldade da escravatura era partilhada por Peter Tosh, que escreveu o texto cheio de sofrimento de 400 Years assim como o de Stand Up For Your Rights, que logo se tornou no grito de guerra dos Wailers. Em 1970, os Wailers apareceram, em fotos para a sua companhia discográfica, disfarçados de franco-atiradores emboscados numa ruela, usando boinas do Black Power e pistolas, metralhadoras e revólveres de brinquedo."
(Texto extraído do livro "Reggae, música e cultura da Jamaica", de Stephen Davis e Peter Simon, Editora Centelha, Portugal, edição de 1983. Aos poucos vou postando a continuação deste texto e outros capítulos.)
Baixe para ouvir as músicas (que estão de amarelo no texto) acessando: os links:

sábado, 18 de outubro de 2008

JOSÉ SARAMAGO

“A verdade é que o instinto dos animais defende melhor a vida do que a nossa razão que, pelo contrário, tem servido para dominar, humilhar, explorar o outro.
É evidente que o mundo é violento, não há nada a fazer. Mas nós acrescentamos à violência a crueldade, que é uma invenção humana.”
LUCKY DUBE EM SALVADOR - Tributo a Bob Marley 2007



Um dos últimos shows do Lucky Dube. Tributo a Bob Marley. Madrugada do dia 01 de abril de 2007 em Salvador - Bahia. Estava lá filmando e vibrando com milhares de pessoas. Um show inesquecível! Muitas saudades!
----------
Algumas partes do show nos links abaixo:
-
http://www.megaupload.com/?d=BJRBIHGL

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

“O gesto de violência de um adulto não merece o sorriso de uma criança.”


STEVE BANTU BIKO

Steve Bantu Biko (18.12.46 – 12.09.77) foi um conhecido ativista do movimento anti-apartheid na África do Sul, durante a década de 1960.
Participou da fundação, em 1968, da Organização dos Estudantes Sul-africanos (South African Students' Organisation). Em 1972, tornou-se presidente honorário da Convenção dos Negros (Black People's Convention).
Em março de 1973, no ápice do regime de segregação racial (Apartheid), foi "banido" , o que significava que Biko estava proibido de comunicar-se com mais de uma pessoa por vez e, portanto, de realizar discursos. Também foi proibida a citação a qualquer de suas declarações anteriores, tivessem sido feitas em discursos ou mesmo em simples conversas pessoais.
Em 6 de setembro de 1977, foi preso em bloqueio rodoviário organizado pela polícia. Levado sob custódia, foi acorrentado às grades de uma janela da penitenciária durante um dia inteiro e sofreu grave traumatismo craniano. Em 11 de setembro, foi embarcado em veículo policial para outra prisão. Biko morreu durante o trajeto e a polícia alegou que a morte se devera a "prolongada greve de fome empreendida pelo prisioneiro".

Referências nas artes:

· O grupo Steel Pulse lançou a canção "Biko's kindred lament" em seu álbum de 1979, "Tribute to the martyrs".
· Em 1980 Peter Gabriel lançou "Biko", uma canção de protesto pela morte de Biko.
· Em 1987
Richard Attenborough dirigiu o filme Cry Freedom (Um grito de liberdade), um drama biográfico sobre Biko. A música de Peter Gabriel foi incluída na trilha sonora.
· Em
Star Trek: The Next Generation há uma espaçonave chamada USS Biko.
· O álbum Midnight Marauders, do grupo
A Tribe Called Quest, contém a canção "Steve Biko (Stir It Up)."
· O grupo
Groundation
, na canção "Suffer the Right" pede que todos se lembrem de Steven Biko, para que a perversidade não seja tolerada.

Algumas citações de Biko:

· “O gesto de violência de um adulto não merece o sorriso de uma criança.”

· “Racismo e capitalismo são faces da mesma moeda.”

A canção "Biko" se tornou um hino mundial contra o apartheid e foi posteriormente cantada por outros artistas, como por exemplo Joan Baez, sendo incluída na banda sonora do filme Cry Freedom (Grito de Liberdade). Em 1997, no vigésimo aniversário da sua morte, Nelson Mandela fez o seu elogio e inaugurou uma estátua em sua memória. Atualmente existe na África do Sul a Fundação Steve Biko (http://www.sbf.org.za/) que é presidida pelo seu filho Nkosinati Biko.

PETER GABRIEL - NELSON MANDELA TRIBUTE 1988 - BIKO

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

A VERDADEIRA ECOLOGIA

“É indispensável mudar o mundo.
Substituir o consumismo e o desperdício
por uma vida de trabalho criador
e de amor pela vida.
A meta é um bem-estar que não se define
por um consumo cada vez maior,
mas pela conquista de uma vida livre do medo,
da escravidão do salário, da violência,
do mau cheiro, do barulho infernal
da sociedade em que vivemos.
Não se trata de embelezar a feiúra
e esconder a miséria,
de plantar flores em empresas e prisões:
temos que substituir esta sociedade,
e não desodorizá-la.
A poluição é física e mental.
A luta por um meio ambiente
que assegure uma vida mais feliz
pode fortalecer nos indivíduos
as raízes do seu desejo de libertação.
Se os seres humanos já não sabem distinguir
entre o belo e o feio, a tranqüilidade e o barulho
é porque já não conhecem a qualidade
essencial da liberdade, da felicidade.
A verdadeira ecologia
é um combate a favor da vida.”

Herbert Marcuse

terça-feira, 14 de outubro de 2008

ALGO PARA SE PENSAR


Nosso maior medo não é de sermos inadequados.
Nosso maior medo é de sermos poderosos além da medida.
É nossa luz, não nossa escuridão, o que mais nos apavora.
Perguntamos a nós mesmos: quem sou eu para ser brilhante,
esplêndido, talentoso e fabuloso?
Na verdade, por que você não seria?
Você é um filho de Deus.
Bancar o pequeno não serve ao mundo.
Nada nos esclarece no sentido de nos diminuirmos,
para que outras pessoas não se sintam inseguras em torno de nós.
Nascemos para tornar manifesta a glória de Deus
que está dentro de nós.
Ela não está em alguns de nós;
está em TODOS NÓS.
E quando deixarmos nossa própria luz brilhar,
inconscientemente damos a outras pessoas
PERMISSÃO PARA FAZER O MESMO.
Quando nos libertarmos de nosso próprio medo,
nossa presença automaticamente
LIBERTA OUTROS.

Nelson Mandela

terça-feira, 7 de outubro de 2008

THE BLUE RIDDIM BAND - Reggae Sunsplash 1982


MIDNITE EM AREMBEPE-BAHIA - Rasta To The Bone (21.01.2007)




GROUNDATION - Young Tree (1999)


Groundation é uma renomada banda de reggae, que une características de jazz e blues ao Reggae Roots, originária de Sonoma, Califórnia. O nome “Groundation” vem do esforço para que todas as pessoas atinjam um mesmo nível, podendo assim educar e aprender uns com aos outros, sem a presença de uma hierarquia.
A banda foi fundada em 1998 por Harrison Stafford, Marcus Urani, e Ryan Newman. Em 1999, Stafford convocou Kris Dilbeck para fundar Young Tree Records e lançar o primeiro disco do Groundation, com o mesmo nome da gravadora. Em 2000 juntaram-se a eles David Chachere, que toca trompete, e Kelsey Howard, para o trombone. O saxofonista Jason Robinson participou da banda por um tempo, mas não continuou. O baterista Paul Spina foi convidado pra se juntar ao grupo, ocupando o lugar de James Stafford em dezembro de 2001. Entre 1999 e 2001, Harrison Stafford ensinou o primeiro curso de "História da Música Reggae", na Uinversiade Estadual de Sonoma.

Formação da banda:
* Harrison Stafford – vocal, guitarra
* Ryan Newman – baixo
* Marcus Urani – teclado
* David "Diesel" Chachere – trompete
* Kelsey Howard – trombone
* Paul Spina – bateria
* Kerry Ann Morgan – coro
* Kim Pommell – coro
* Ben Krames – congas, timbales, percussão

Link para download:
http://www.zshare.net/download/18889361c5b569f6/